Amir Klink
Viajar de veleiro
A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.Helio Setti Jr.
Tem que ir, ver e sentir!
"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."
Amir Klink
quinta-feira, 3 de março de 2011
É cedo que se começa!
Participando de sua primeira regata “Ilha de Caras” com pouco mais de um ano, Catarina ja se mostra interessada não so em timonear como tambem com a navegação, parecendoate uma garota propaganda do Spot.Incentivada pelo avô Leonel Szterling a pequena Cat parece ser uma promessa nas competições no futuro,e contara certamente com o apoio dos pais mergulhadores e as dicas da mãe que velejou de Optimist.
Mas ja deixa claro que o negocio dela é velejar, nada de ligar o motor.
Ei vovô, mamãe e papai só esqueceram do colete na nossa pequena velejadora, precisamos ter a segurança em primeiro lugar.
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Festa arretada!
Da uma olhada no post Velejando no Canal de Itaparica
no Diario do Avoante
Para sair por ai tuitando e navegando
Quer sair por aí todo conectado, tuitando e facebookando enquanto navega, mas não tem sinal de internet? Pois seus problemas acabaram! É o que promete essa caixinha preta na foto ao lado, o Spot Connect.
Lançado no CES 2011, o Consumer Electronics Show, um dos maiores eventos de inovação tecnológica do mundo, que rolou em Las Vegas em janeiro passado, oSpot Connect funciona como uma antena de satélite portátil.
É só sincronizar o bichinho, via Bluetooth, com um iPhone (ou com smartphones que rodam o Android) pra enviar mensagens SMS e atualizar o Facebook e o Twitter… via satélite!
O site do produto fala em mandar pequenos e-mails, se bem que não achei mais detalhes. Se for verdade, dá até pra blogar enquanto se navega. E mais, o Conect mantém todas as funções do antigo rastreador SPOT, de quem já falei aqui: através da rede de satélites da GlobalStar, o usuário pode enviar sua localização para os contatos previamente cadastrados, mandar mensagens SOS para oGEOS International Emergency Response Center e até plotar sua posição no Google Maps.
Onde comprar? Breve em um revendedor perto de você. Mas como o serviço é mundial, não importa muito onde ele é contratado – na gringolândia sai por US$ 170, mais uma taxa anual 99 dólares. Já botei na wishlist da minha próxima viagem ao exterior.
A dica, eu pesquei no blog do veleiro Mythos e aqui tem um filminho, em inglês, mostrando detalhes do serviço.
Pirateado sem remorso do Maracatu
Veleiros estrangeiros irregulares
Receita Federal resolveu apertar o cerco a veleiros estrangeiros que estão com a permanência estourada em Salvador/BA. Esta semana foram apreendidos 10 veleiros irregulares. Dois deles estavam há vários anos ancorados em Itaparica e ontem foram rebocados pela Capitania dos Portos da Bahia.
Postado no Diario do Avoante
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
O incrível barco de garrafas PET atravessa o São Francisco.
Quem quiser conhecer essa aventura ocorrida em 2005,portanto bem antes que o milionario ingles realizasse a volta ao mundo em um barco tambem de PET,pode acessar o end, http://www.projetomegapet.com.br/
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Um mar de plásticos
Usados desde tempos imemoriais como uma espécie de ralo do mundo, acolhendo tudo o que é descartado pelo homem, do esgoto doméstico ao lixo nuclear, os mares já dão mostras de enfraquecimento em todas as latitudes. Alguns desses sinais assustam pela visão chocante, como aconteceu em 1997 com o oceanógrafo americano Charles Moore ao topar com um enorme amontoado de detritos boiando numa área gigantesca e concentrada do Pacífico, pouco usada pela navegação, entre a Califórnia e o Havaí. Ele participava de uma regata entre Los Angeles e Honolulu quando descobriu esse megalixão, num desvio de rota.
Concluiu, então, que a concentração daquele lixo, quase todo constituído por plásticos, se devia à convergência de correntes marinhas, que se juntavam naquele ponto esquecido do oceano e ali ficavam girando, feito um ralo sem saída. Pelas etiquetas de identificação das embalagens flutuantes, dava para ver que vagaram das mais diversas partes do mundo até ali. Estudos posteriores calcularam em 3,5 milhões de toneladas a quantidade de detritos e em 700 mil quilômetros quadrados a área tomada por eles, que passou a ser conhecida como Vórtex do Pacífico.
Nesse desolador pedaço de oceano, com o tamanho de três estados de São Paulo inteiros, o volume de plástico é seis vezes maior do que o de plâncton, o que explica a altíssima mortandade dos 500 mil albatrozes que nascem todos os anos no Atol de Midway, que fica próximo à região. Segundo o Pnuma, órgão da ONU para o meio ambiente, metade dessas aves morre por confundir o lixo abundante com o alimento já escasso. Ao reunir tanta poluição flutuante num só lugar, o Vórtex do Pacífico nos ajuda a entender o tamanho do estrago que o plástico é capaz de fazer aos mares. E a mensagem é um claro pedido socorro: afogado em lixo, o mar está pedindo água.

Por Luiz Maciel
Da revista Náutica, edição 248,postado na Nautica