Há 32 anos, ao deixar São Paulo para trás, ela não sabia que seria para sempre, muito menos que viveria pelo mundo de porto em porto. Hoje uma das únicas capitãs de veleiro oceânico do mundo, Nadia Megonn ainda tem um grande sonho.
“Sou mulher, não tenho essa coisa do macho de se provar para outros machos. A linha entre a coragem e a irresponsabilidade é muito fina”.
“O que ela tem que muitos skippers precisam é humildade. Quem não é humilde acha que é o bom e, quando percebe, está colidindo” (Pera, amigo e skipper).
Postado no Popa
Fonte: Revista TPM; Foto: Autumn Sonnichsen
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Que beleza de história!!!
ResponderExcluirVou compartilhar!!
Abração, Antonio!
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