Amir Klink
Viajar de veleiro
A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.Helio Setti Jr.
Tem que ir, ver e sentir!
"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."
Amir Klink
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Conhecendo a Ocearch
Esta semana fui convidado pelo gerente da Caterpillar em Natal, Jose Luiz, a conhecer um projeto de âmbito mundial de pesquisa sobre tubarões.
Patrocinado pela Caterpillar essa pesquisa é desenvolvida a bordo do barco M / V OCEARCH, um laboratório em alto mar super equipado, com participação de pesquisadores do país onde ela esta se desenvolvendo, para trazer mais conhecimento sobre essa espécie, que esta muito ameaçada e a qual muitas pessoas sem conhecimento acham que o melhor seria que acabasse de vez. Essas pessoas não pensam ou não fazem a menor ideia do problema que isso acarretaria ao mundo todo, já que os tubarões são topo de cadeia alimentar e sem eles outras espécies que lhe servem de alimentos, como focas e arraias, se proliferariam de tal forma que acabariam com peixes e lagostas, só para citar alguns exemplos, causando um desequilíbrio ecológico talvez irrecuperável.
Aqui estão mais algumas informações sobre a Ocearch e sobre o barco M/V OCEARCH:
“A OCEARCH é uma organização sem fins lucrativos com um alcance global, para uma investigação sem precedentes sobre os grandes tubarões brancos e outros grandes predadores. Em um ambiente colaborativo criado pelo fundador, presidente e lider da Expedição Chris Fischer, a OCEARCH leva pesquisadores e instituições para gerar dados anteriormente inatingíveis sobre a movimentação, a biologia e a saúde dos tubarões para que se possa proteger o seu futuro, reforçando simultaneamente a segurança pública e a educação.
A OCEARCH é líder em pesquisa de código aberto, o compartilhamento de dados é feito em tempo quase real e gratuitamente através da Global Tubarão Tracker, que permite aos alunos e ao público aprender ao lado de PhDs.
Mais de 50 pesquisadores de mais de 20 instituições têm colaborado com OCEARCH se atualizado com mais de três dezenas de trabalhos de pesquisa em andamento ou concluídas. Expedições de pesquisa são conduzidos em todo o mundo a bordo do M / V OCEARCH, que serve como laboratório e uma nave-mãe. Utilizando uma plataforma hidráulica de 75.000 lb capacidade projetada para levantar com segurança tubarões adultos, para acesso por uma equipe multidisciplinar de pesquisa. Até 12 estudos são realizados em cerca de 15 minutos em um tubarão adulto ao vivo. O M / V OCEARCH funciona com cinco motores Caterpillar e é capaz de uma Circunavegação global.
Dezessete expedições de pesquisa foram realizados até o momento, com mais sete programadas até o final de 2015.”
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Parece conversa de pescador: Tubarão de 500 quilos salta para barco de biólogos
Equipe sul-africana realizava estudo da espécie de tubarões-brancos ao largo da ilha Seal quando animal se elevou do mar por cima dos investigadores e ficou preso no barco
Uma equipe de biólogos da África do Sul foi surpreendida na segunda-feira quando um tubarão-branco saltou para dentro do barco onde se encontravam e ficou preso durante uma hora.
De acordo com o «The Guardian», a surpresa do animal de cerca de três metros e meia tonelada aconteceu quando sete investigadores da Oceans Research estavam a realizar um estudo sobre a dinâmica populacional dos tubarões ao largo da ilha Seal, na África do Sul.
A investigadora e coordenadora do estudo,Dorien Schroder, explicou que desde as cerca das sete da manhã que eram lançados ao mar iscos para atrair os animais.
«Uma hora e meia depois de começarmos a lançar os iscos já tínhamos material sobre quatro tubarões que se aproximaram do Cheetah. Entretanto, a actividade em redor do barco diminuiu durante cinco minutos. De repente, ouvimos um grande barulho a sair da água e vimos um tubarão-branco gigante a elevar-se sobre os biólogos e a cair no barco», disse.
A responsável empurrou a equipa para o convés, enquanto o animal «desorientado e em pânico» destruía o equipamento que estava à sua volta, acabando por ficar preso.
«Para que o animal se mantivesse vivo durante o período em que esteve preso no barco, vários biólogos molharam-no e um barco veio em auxilio para puxar o tubarão para o mar com cordas, mas sem sucesso», disse a investigadora.
Os dois barcos tiveram de se dirigir para um porto próximo, de onde conseguiram içar o tubarão com uma grua e em seguida devolvê-lo ao mar.
A equipe referiu ainda que «quando se trabalha com animais desta dimensão há que ter preocupações para garantir a segurança dos biólogos e dos tubarões» e frisou que «foi uma nota positiva ninguém se ter ferido e o tubarão ter saído ileso».
Fonte: TVI24; Foto: Oceans Research, postado no Popa