Amir Klink
Viajar de veleiro
A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.Helio Setti Jr.
Tem que ir, ver e sentir!
"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."
Amir Klink
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Whisky achado em navio naufragado é leiloado por 5 mil euros
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Uma garrafa de uísque resgatada de um navio naufragado em 1941 e que inspirou o filme Alegrias à Granel foi vendida nesta quarta-feira em Edimburgo por pouco mais de 5 mil euros, informou a casa de leilões Bonhams.
A garrafa recuperada dos restos do naufrágio que aconteceu em 1941 foi vendida na segunda rodada de leilões de uísques que a Bonhams realiza anualmente na capital escocesa e superou o preço estimado, que era de 1.450 euros a 2.180 euros.
Em 1941, o "SS Politician" zarpou com destino à Jamaica com uma carga que incluía pianos, peças de automóveis, roupas de cama e uísque, mas nunca chegou ao seu destino. A embarcação naufragou perto da ilha de Eriskay (Escócia) e a tripulação foi resgatada.
Nas semanas seguintes, também foi recuperado o uísque, o que gerou uma disputa entre os moradores da ilha, que responderam ao racionamento de bebidas alcoólicas imposto na época da Segunda Guerra Mundial com o roubo das 24 mil garrafas de uísque.
Alguns dos saqueadores foram multados, outros presos, algumas garrafas foram recuperadas e a história deu origem ao romance Whisky Galore!, sem título em português
Baseado no romance do autor escocês Compton McKenzie, o filme Alegrias à Granel, de 1949, conta com humor a história real do naufrágio do navio "SS Politician" e as disputas dos moradores da área por algumas das 24 mil garrafas de uísque que transportava. O uísque procedente do navio foi leiloado poucas vezes, a última, em 1987.
Fonte: Terra; Foto: Bonhams
Escrito na garrafa: "Federal Law Forbids Sale or Re-use of this Bottle" (Lei federal proíbe venda ou re-uso desta garrafa)
Postado no Popa
A garrafa recuperada dos restos do naufrágio que aconteceu em 1941 foi vendida na segunda rodada de leilões de uísques que a Bonhams realiza anualmente na capital escocesa e superou o preço estimado, que era de 1.450 euros a 2.180 euros.
Em 1941, o "SS Politician" zarpou com destino à Jamaica com uma carga que incluía pianos, peças de automóveis, roupas de cama e uísque, mas nunca chegou ao seu destino. A embarcação naufragou perto da ilha de Eriskay (Escócia) e a tripulação foi resgatada.
Nas semanas seguintes, também foi recuperado o uísque, o que gerou uma disputa entre os moradores da ilha, que responderam ao racionamento de bebidas alcoólicas imposto na época da Segunda Guerra Mundial com o roubo das 24 mil garrafas de uísque.
Alguns dos saqueadores foram multados, outros presos, algumas garrafas foram recuperadas e a história deu origem ao romance Whisky Galore!, sem título em português
Baseado no romance do autor escocês Compton McKenzie, o filme Alegrias à Granel, de 1949, conta com humor a história real do naufrágio do navio "SS Politician" e as disputas dos moradores da área por algumas das 24 mil garrafas de uísque que transportava. O uísque procedente do navio foi leiloado poucas vezes, a última, em 1987.
Fonte: Terra; Foto: Bonhams
Escrito na garrafa: "Federal Law Forbids Sale or Re-use of this Bottle" (Lei federal proíbe venda ou re-uso desta garrafa)
Postado no Popa
União e empresa estrangeira acusada de contrabando disputam transatlântico de R$ 50,2 milhões
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Apreendido no Rio, o iate Wega, um transatlântico de 198 pés (cerca de 60 metros), está no centro de uma disputa judicial que tem agitado os bastidores da Justiça Federal do Rio, como mostra reportagem de Antonio Werneck na edição do Globo deste domingo. De um lado está a Procuradoria da República e a Receita Federal, que defendem que a embarcação fique com o governo brasileiro, alegando que ela está envolvida em crime de falsificação e contrabando. Do
outro, estão os advogados dos escritórios de Sérgio Bermudes e Evaristo de Moraes, dois dos mais importantes do país. Na disputa, há muitas divergências. A começar pelo valor da embarcação: enquanto técnicos da Receita Federal concluíram que o iate vale R$ 50,2 milhões (cerca de US$ 27 milhões), a empresa Tech Survey Perícia Naval Ltda garantiu que a embarcação custaria cerca de R$ 11 milhões (US$ 6 milhões). A decisão caberá ao juiz Roberto Schuman, da 3ª Vara Federal do Rio.
A embarcação pertence à empresa Pegasus, sediada em Antígua e Barbuda (país constituído de duas ilhas, situado entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico). No Brasil, a empresa é representada pelo empresário belga Pierre Paul Vanderbroucke. Acusado de contrabando e de falsificação de documento, Pierre tinha como endereços uma cobertura na Avenida Atlântica, em Copacabana, e um apartamento na Avenida Vieira Souto, em Ipanema. Atualmente Pierre vive na França.
Iate apresentado como veleiro
O barco chegou ao Brasil em 2004, para supostamente passar por reparos, e foi apreendido na Enseada de Botafogo, em maio de 2006, depois que os donos tentaram, supostamente, ludibriar as autoridades alfandegárias brasileiras. Eles teriam afirmado em declaração à Receita Federal que a embarcação era um veleiro avaliado em cerca de US$ 200 mil (cerca de R$ 350 mil).
A declaração de importação foi apresentada pelo então comandante do Wega, o dinamarquês Johannes Herman Nersen. A Receita Federal afirma, em relatório ao procurador do Ministério Público Federal José Augusto Simões Vagos, que o veleiro era, na verdade, um luxuoso iate cuja principal atividade seria aluguel para cruzeiros particulares. Este seria o motivo da apreensão da embarcação e as acusações contra o empresário belga e seu despachante aduaneiro no Rio, Franklin Machado da Silva.
Segundo o procurador do Ministério Público Federal do Rio Marcello Paranhos de Oliveira Miller, ao introduzirem a embarcação no Brasil, como veleiro avaliado em US$ 200 mil, Pierre e Franklin indicaram como finalidade da importação a realização de reparos. Com isso, teriam conseguido a incidência do regime especial de admissão temporária, com suspensão de tributos. Como resultado, não pagaram o imposto de importação, o imposto sobre produtos industrializados e a contribuição para o financiamento da Seguridade Social (Confins); bem como multa e
juros moratórios, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A dívida chegaria a R$ 36,8 milhões.
Procurados pelo GLOBO, os advogados Bruno Calfat, do escritório de Sérgio Bermudes, e Alexandre Lopes, do escritório de Evaristo de Moraes, negam as acusações. Segundo Bruno, o empresário Pierre está respondendo a uma ação penal por "acusações absolutamente infundadas". Ele afirmou que há provas de que o barco ingressou em águas brasileiras para reparos e que foi autorizado pela Receita Federal e a Marinha.
Fonte: O GloboVeja mais imagens do iate
Postado no Popa
Apreendido no Rio, o iate Wega, um transatlântico de 198 pés (cerca de 60 metros), está no centro de uma disputa judicial que tem agitado os bastidores da Justiça Federal do Rio, como mostra reportagem de Antonio Werneck na edição do Globo deste domingo. De um lado está a Procuradoria da República e a Receita Federal, que defendem que a embarcação fique com o governo brasileiro, alegando que ela está envolvida em crime de falsificação e contrabando. Do
A embarcação pertence à empresa Pegasus, sediada em Antígua e Barbuda (país constituído de duas ilhas, situado entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico). No Brasil, a empresa é representada pelo empresário belga Pierre Paul Vanderbroucke. Acusado de contrabando e de falsificação de documento, Pierre tinha como endereços uma cobertura na Avenida Atlântica, em Copacabana, e um apartamento na Avenida Vieira Souto, em Ipanema. Atualmente Pierre vive na França.
Iate apresentado como veleiro
O barco chegou ao Brasil em 2004, para supostamente passar por reparos, e foi apreendido na Enseada de Botafogo, em maio de 2006, depois que os donos tentaram, supostamente, ludibriar as autoridades alfandegárias brasileiras. Eles teriam afirmado em declaração à Receita Federal que a embarcação era um veleiro avaliado em cerca de US$ 200 mil (cerca de R$ 350 mil).
Segundo o procurador do Ministério Público Federal do Rio Marcello Paranhos de Oliveira Miller, ao introduzirem a embarcação no Brasil, como veleiro avaliado em US$ 200 mil, Pierre e Franklin indicaram como finalidade da importação a realização de reparos. Com isso, teriam conseguido a incidência do regime especial de admissão temporária, com suspensão de tributos. Como resultado, não pagaram o imposto de importação, o imposto sobre produtos industrializados e a contribuição para o financiamento da Seguridade Social (Confins); bem como multa e
Procurados pelo GLOBO, os advogados Bruno Calfat, do escritório de Sérgio Bermudes, e Alexandre Lopes, do escritório de Evaristo de Moraes, negam as acusações. Segundo Bruno, o empresário Pierre está respondendo a uma ação penal por "acusações absolutamente infundadas". Ele afirmou que há provas de que o barco ingressou em águas brasileiras para reparos e que foi autorizado pela Receita Federal e a Marinha.
Fonte: O GloboVeja mais imagens do iate
Postado no Popa
Novos Trimarãs pequenos, Weta 4.4 e Maora
Mais um barquinho da nova safra, de pequenos multicascos.
Visite o site para ter mais informações http://www.wetamarine.com/
E no Brasil ja tem um modelo parecido que é vendido no Rio de Janeiro chamado Maora
Visite o site para ter mais informações http://www.wetamarine.com/
E no Brasil ja tem um modelo parecido que é vendido no Rio de Janeiro chamado Maora
Açores: velejador solitário brasileiro sofre dificuldade
A Marinha portuguesa anunciou o salvamento de um navegador solitário brasileiro, que se encontrava em dificuldades a bordo de um veleiro, de nome Nantascot, com uma avaria no leme, ao largo de S. Miguel, Açores.
O comandante do Porto de Ponta Delgada, Rodrigues Gonçalves, adiantou à Lusa que o pedido de auxilio foi feito cerca das 22:30 locais de sexta-feira, tendo sido comunicado ao Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada
Segundo Rodrigues Gonçalves, na altura do pedido de auxílio, o veleiro encontrava-se «a cerca de duas milhas ao largo dos Mosteiros», ilha de S. Miguel.
«O veleiro acabou por ser rebocado com ajuda de uma embarcação de pesca que respondeu ao pedido de apoio, sob coordenação da autoridade marítima, e está atracado no porto de Rabo de Peixe, em S. Miguel, encontrando-se bem o único tripulante», depois de ter sido observado por uma equipa médica da Marinha, disse.
Rodrigues Gonçalves adiantou ainda que, após a reparação da avaria, o veleiro poderá seguir viagem.
Mais informações no video
postado no PopaFonte: TVI24
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Navegar é preciso, viver não é preciso.
"Navigare necesse; vivere non est necesse"
Pompeu (106-48aC)
O que essa frase significa para você?
O que essa frase significa para você?
Essa frase já foi usada por Caetano Veloso e Fernando Pessoa, porém, não é do poeta português. Ele se inspirou em Roma. Pessoa cita “navegadores antigos”, marujos sob comando de Pompeu, general que viveu numa época de instabilidade, com guerras e ataques piratas. Por volta de 70 a.C., Pompeu foi enviado à Sicília para escoltar uma frota com provisões para Roma, que passava fome diante de uma rebelião de escravos liderada por Espártaco. Com os navios prontos para partir, o comandante da frota anteviu uma tempestade e sugeriu a Pompeu que adiassem a partida. Segundo o historiador romano Plutarco, foi nessa hora que o general disse: “Navigare necesse, vivere non necesse”.
Ao chegar a Roma, Pompeu foi eleito cônsul com o apoio das camadas mais populares, que o viam como herói. Depois, comporia o primeiro triunvirato, governando Roma com Crasso e Júlio César.Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
"Navegar é preciso; viver não é preciso".
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma)
a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
(Fernando Pessoa)
Postado no Vela & Mar um blog muito legal e que estou adicionando a minha lista de blogs.
domingo, 29 de agosto de 2010
Capitão francês apresenta barco voador criado para dar a volta ao mundo em 40 dias
Protótipo tem 10,8 metros de comprimento e terá apenas dois cascos
O Hidróptero trimarã (espécie de catamarã de três cascos) experimental de 18,3 metros de comprimento, que usa lâminas para se elevar em alta velocidade acima das ondas, quebrou a barreira dos 93 km/h na costa mediterrânea da França no ano passado.
O catamarã Hydroptere.ch mostrado nesta segunda-feira tem apenas 10,8 metros de comprimento, com dois cascos, em vez dos três usados até agora.
Thebault disse que o novo modelo, projetado em conjunto com uma universidade técnica suíça, deverá ter uma nova configuração para as velas e os cascos para embarcações de 30 metros de comprimento, que deverão ser testadas para quebrar recordes de velocidade em voltas ao mundo.
No ano passado, o capitão disse que pretende fazer uma volta ao mundo em 40 dias. O protótipo deverá ser testado no Lago Genebra, na Suíça, e no Mar Mediterrâneo.
Postado no Popa
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Ibiraquera Wave Contest terá kite em formato de asa como atração
Casal Avoante em Salvador
"Já estamos no Toa Toa que esta quase pronto para velejar até a cidade do Recife. Fizemos um minucioso checklist, apesar do barco ser muito bem conservado, e falta somente o rancho e outros pequenos detalhes.Amanhã a tarde deveremos soltar as amarras no rumo do frevo pernambucano. Axé!"
O casal Avoante (Nelson e Lucia) esta saindo de Salvador amanhã a tarde em direção a Recife para participar da Refeno 2010 a bordo do veleiro Toatoa,deixando o bravo Avoante em ferias no Iate Clube do Natal.
Bons ventos ao Toatoa e que nossos amigos retornem rápido a Natal, pois os amigos ja estão com saudade
Velejador Marcelo Gusmão e o Projeto Noronha 2010 chegam à Bahia
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