Amir Klink
Viajar de veleiro
A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.Helio Setti Jr.
Tem que ir, ver e sentir!
"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."
Amir Klink
domingo, 25 de outubro de 2009
Match Race
Match Race pode ser realizado com qualquer barco, desde que idênticos, independente do nível técnico do velejador e com qualquer idade.
O veleiro perfeito
Nos últimos anos, tive oportunidade de velejar em barcos de diferentes classes. Se fosse possível reunir todas as características positivas no mesmo barco, o projeto teria seguinte linha:
Tamanho médio, ou seja 30 pés, que seria suficiente para uma tripulação com 5 ou 6 velejadores e mais um ou dois convidados a bordo
O preço deve ser acessível, talvez a característica mais importante, calado não muito profundo para possibilitar a realização das regatas mais próximo de terra, bem como agregar facilidade no transporte terrestre, viabilizando a realização de eventos em diferentes localidades
Do ponto de vista da velejada, creio que o barco ideal é aquele que gira no eixo com facilidade como o Soling e o Swedish Match 40 - SM 40, barco utilizado na etapa brasileira e portuguesa do World Match Tour. O fato de o barco girar no eixo, com mais agilidade, dificulta para que os velejadores realizem a marcação na pré-largada, modificando o panorama da regata com mais freqüência, o que atribui maior emoção para os velejadores e se torna um atrativo a mais para os espectadores
Do ponto de vista das manobras, a simplicidade do layout do J24 seria de grande utilidade.
Adotaria um balão assimétrico. As regatas de ventos fracos com balão assimétrico possibilitam maiores chances de recuperação nas pernas de popa, pois o barco veleja mais de través, havendo sempre a chance do barco que está atrás dar o jybe na paralela a barlavento, e conseguir afetar o vento do seu adversário.
Reunir todas essas características em um barco só seria muito interessante, todavia, mais importante do que estes detalhes, é que os barcos utilizados em um Match Race sejam idênticos, para que não haja favorecimento de qualquer equipe.
Ao mar!
Baseado em materia de Daniel Glomb para Nautica on line
O veleiro perfeito
Nos últimos anos, tive oportunidade de velejar em barcos de diferentes classes. Se fosse possível reunir todas as características positivas no mesmo barco, o projeto teria seguinte linha:
| Os DS 37 (em todas as fotos) são os barcos com melhor leme que eu já velejei |
Reunir todas essas características em um barco só seria muito interessante, todavia, mais importante do que estes detalhes, é que os barcos utilizados em um Match Race sejam idênticos, para que não haja favorecimento de qualquer equipe.
Ao mar!
Baseado em materia de Daniel Glomb para Nautica on line
preciso urgente tripulacao amadora oceanica
Compramos dois veleiros oceanicos heritage kech 40 ,e um de regata um racer (formula 1 dos mares)pearson flyer 30, ele (o maior) esta nos usa em Milford Conecticut ,e eu virei velejando com ele para o Brasil onde participara de regatas e projeto social, ofereco a quem tiver espirito de aventura esta possibilidade vir velejando conosco pelas ilhas do caribe um outro barco estara saindo da Florida , quem se interesar faça contato imediato tem que ter passaporte e visto americano valido e estar ciente que sao de 45 a 75 dias de viagem pois pararemos nas ilhas para reabastecimento logistico onde faremos fotos e videos , quem tiver experiencia em cruzeiros a vela ou iatismo oceanico , carteira de arrais, mestre ou capitao tera preferencia, quem tiver experiencia em video foto e jornalismo idem.
A viagem para os usa e por conta do interessado que devera ter reserva emergencial.
As despesa de alimentacao serão divididas. A viagem de ida tera datas a serem programadas em conjunto levando em conta as condições de termino das revisões dos barcos e climáticas (fora da hurriane section)
Cada um que tiver regime alimentar especial ou preferencias pessoais deve levar seus alimentos especiais a parte ,quer isto quer remedios para o total da viagem , alimentos não devem ser pereciveis , ter roupas de frio, impermeaveis e de calor .tomar desde já vitamina b6 que afastas insetos ,(nas ilhas caribenhas há malaria e febre amarela) vacinação é boa prevenção e levar anti malaria idem, quem se interessar favor entrar em contato
O heritage de 7 a 8 pessoas, o flyer de 5 a 6 pessoas o flyer, e de regata sem muito conforto mas um aviao na agua , muito rapido com qualquer ventinho.Convidei a quem ama o mar para esta aventura real.
leia este texto e tome decisão quanto a esta viagem sabendo que depois da partida não há retorno.
As despesa de alimentacao serão divididas. A viagem de ida tera datas a serem programadas em conjunto levando em conta as condições de termino das revisões dos barcos e climáticas (fora da hurriane section)
Cada um que tiver regime alimentar especial ou preferencias pessoais deve levar seus alimentos especiais a parte ,quer isto quer remedios para o total da viagem , alimentos não devem ser pereciveis , ter roupas de frio, impermeaveis e de calor .tomar desde já vitamina b6 que afastas insetos ,(nas ilhas caribenhas há malaria e febre amarela) vacinação é boa prevenção e levar anti malaria idem, quem se interessar favor entrar em contato
O heritage de 7 a 8 pessoas, o flyer de 5 a 6 pessoas o flyer, e de regata sem muito conforto mas um aviao na agua , muito rapido com qualquer ventinho.Convidei a quem ama o mar para esta aventura real.
leia este texto e tome decisão quanto a esta viagem sabendo que depois da partida não há retorno.
Nao sera cobrado nada, sob nenhum pretexto ,mas as despesas serão coletivas e compartilhadas como foi dito acima. Nesta aventura deveremos parar em varias ilhas caribenhas, Fernando Noronha e onde houver condições.
Faremos rodizio de posições nos postos de tripulacao ,e quartos de rodízio noturno ,etc.
Faremos rodizio de posições nos postos de tripulacao ,e quartos de rodízio noturno ,etc.
Um abraco a todos e conto com voces para esta aventura
se quiserem ver fotos dos barcos antes de qualquer decisão mandem email para
exterpress@hotmail.com
exterpressinterpressholding@yahoo.com
exterpress.interpress.holding@gmail.com
pela atenção dispensada ,muitoobrigado
alberto
se quiserem ver fotos dos barcos antes de qualquer decisão mandem email para
exterpress@hotmail.com
exterpressinterpressholding@yahoo.com
exterpress.interpress.holding@gmail.com
pela atenção dispensada ,muitoobrigado
alberto
postado no Orkut na comunidade Vela Brasil em 13/10/2009
Submarino desaparecido há mais de 90 anos é encontrado na Estônia
O HMS E18 saiu para uma patrulha em maio de 1916 com tripulação de 31 pessoas e nunca mais foi visto.
Os restos de um submarino da Marinha britânica, perdido há mais de 90 anos, foram encontrados no Mar Báltico, na costa da Estônia.
O HMS E18, com três oficiais e mais uma tripulação de 28 pessoas, saiu para uma patrulha em maio de 1916 e nunca mais foi visto.
O submarino estava entre os vários que foram enviados para o Mar Báltico durante a Primeira Guerra Mundial por Winston Churchill, almirante da Marinha britânica na época, para interromper o envio de minério de ferro da Suécia para a Alemanha e dar apoio à Marinha russa.
O submarino foi encontrado no último final de semana perto da ilha de Hiiumaa, que faz parte da Estônia, por uma companha de pesquisa da Marinha da Suécia.
Os pesquisadores foram guiados por informações de um descendente australiano de um dos tripulantes, Darren Brown, um engenheiro aéreo de Melbourne, que passou anos pesquisando a história do submarino.
O bisavô de Brown, o sinaleiro Albert Robinson, sobreviveu ao desaparecimento do E18 pois ficou doente com apendicite pouco antes da última patrulha.
O E18 deixou sua base, no porto russo de Reval (que agora é Tallinn, capital da Estônia) na noite de 25 de maio de 1916, e começou sua viagem em direção ao oeste.
No dia seguinte, o submarino teria entrado em combate e lançado torpedos contra um navio alemão. Dias depois, possivelmente no dia 2 de junho, o submarino teria atingido uma mina alemã e afundado.
Controle remoto
O navio de pesquisa sueco MV Triad enviou um veículo operado com controle remoto e conseguiu as primeiras imagens que mostravam o submarino de 55 metros de comprimento em boas condições de conservação.
As águas do Báltico são geladas, ligeiramente salgadas e com pouco oxigênio e, com isso, os navios e submarinos naufragados sofrem menos desgaste e ferrugem do que em outros lugares.
As fotos mostram o submarino com a escotilha aberta, o que sugere que ele estava na superfície quando atingiu a mina.
"Sem sombra de dúvida, elas (as fotos) mostram um submarino na classe E e certos detalhes indicam que provavelmente é um E18", afirmou David Hill, especialista em submarinos classe E que examinou as imagens.
Os navios e submarinos da classe E eram considerados os mais bem sucedidos da Grã-Bretanha durante a Primeira Guerra Mundial. Um outro submarino muito parecido, o E19, afundou quatro navios alemães de transporte em apenas um dia de outubro de 1915. O E18 foi o único submarino classe E que foi abatido durante uma missão no Báltico.
"Queremos investigar a causa exata do naufrágio e honrar os que morreram, contando sua história", disse Carl Douglas, dono da companhia de pesquisa que encontro o E18. Segundo Douglas, a descoberta foi resultado de quase uma década de trabalho.
Balde
As condições à bordo de um submarino da classe E eram simples e extremamente apertadas.
Havia apenas um beliche, dividido entre os três oficiais. O resto da tripulação dormia onde podia.
Os banheiros frequentemente eram apenas um balde. E o clima no Báltico era tão frio que a maior parte da estrutura do submarino congelava no momento em que alcançava a superfície.
A história da última viagem do HMS E18 será mostrada em um documentário, Churchill's Lost Submarine ("O Submarino Perdido de Churchill", em tradução livre).
Fonte: Estadão publicado em 24 Out 2009 no www.popa.com.br
Os restos de um submarino da Marinha britânica, perdido há mais de 90 anos, foram encontrados no Mar Báltico, na costa da Estônia.
O HMS E18, com três oficiais e mais uma tripulação de 28 pessoas, saiu para uma patrulha em maio de 1916 e nunca mais foi visto.
O submarino foi encontrado no último final de semana perto da ilha de Hiiumaa, que faz parte da Estônia, por uma companha de pesquisa da Marinha da Suécia.
Os pesquisadores foram guiados por informações de um descendente australiano de um dos tripulantes, Darren Brown, um engenheiro aéreo de Melbourne, que passou anos pesquisando a história do submarino.
O bisavô de Brown, o sinaleiro Albert Robinson, sobreviveu ao desaparecimento do E18 pois ficou doente com apendicite pouco antes da última patrulha.
O E18 deixou sua base, no porto russo de Reval (que agora é Tallinn, capital da Estônia) na noite de 25 de maio de 1916, e começou sua viagem em direção ao oeste.
No dia seguinte, o submarino teria entrado em combate e lançado torpedos contra um navio alemão. Dias depois, possivelmente no dia 2 de junho, o submarino teria atingido uma mina alemã e afundado.
Controle remoto
O navio de pesquisa sueco MV Triad enviou um veículo operado com controle remoto e conseguiu as primeiras imagens que mostravam o submarino de 55 metros de comprimento em boas condições de conservação.
As águas do Báltico são geladas, ligeiramente salgadas e com pouco oxigênio e, com isso, os navios e submarinos naufragados sofrem menos desgaste e ferrugem do que em outros lugares.
As fotos mostram o submarino com a escotilha aberta, o que sugere que ele estava na superfície quando atingiu a mina.
"Sem sombra de dúvida, elas (as fotos) mostram um submarino na classe E e certos detalhes indicam que provavelmente é um E18", afirmou David Hill, especialista em submarinos classe E que examinou as imagens.
"Queremos investigar a causa exata do naufrágio e honrar os que morreram, contando sua história", disse Carl Douglas, dono da companhia de pesquisa que encontro o E18. Segundo Douglas, a descoberta foi resultado de quase uma década de trabalho.
Balde
As condições à bordo de um submarino da classe E eram simples e extremamente apertadas.
Havia apenas um beliche, dividido entre os três oficiais. O resto da tripulação dormia onde podia.
Os banheiros frequentemente eram apenas um balde. E o clima no Báltico era tão frio que a maior parte da estrutura do submarino congelava no momento em que alcançava a superfície.
A história da última viagem do HMS E18 será mostrada em um documentário, Churchill's Lost Submarine ("O Submarino Perdido de Churchill", em tradução livre).
Fonte: Estadão publicado em 24 Out 2009 no www.popa.com.br
sábado, 24 de outubro de 2009
Inflável de borracha ou PVC?
um inflável. Quando novos, borracha e PVC são iguais. Mas, quando o tecido começa a envelhecer, o óleo plastificante usado para amolecer articialmente o PVC começa a evaporar e migrar para a superfície, tornando-a cada vez mais oleosa. Isso causa uma deterioração do tecido, que fica mais frágil e vulnerável à umidade, ao calor e aos choques. Por fim, ele pode escurecer, perdendo, às vezes, flexibilidade. A dica para diminuir esse efeito é evitar o contato com os inimigos desse material: areia, solventes e combustíveis.No entanto, o PVC possui uma vantagem importantíssima: custa menos da metade da borracha, o que permite a produção de barcos a preços bem mais acessíveis.
Por Otto Aquino
Da Náutica 223
Cientistas acreditam que plataformas de petróleo estão atraindo baleias em Sergipe
Todos os anos as baleias jubarte migram para a costa brasileira buscando águas mais quentes para terem suas crias e reproduzirem
Biólogos acreditam que as baleias jubarte estão aparecendo em Sergipe por causa do ruído emitido pelas plataformas de petróleo da região. Esses cetáceos migram todos os anos das águas gélidas da Antártida e por volta do final de julho chegam à costa brasileira. As jubartes não são comuns na região de Sergipe, mas intrigadas com o ruído emitido pelas plataformas, ainda se encontram por lá.
Especialistas da região estão pesquisando o som das plataformas e descobriram que ele está na mesma faixa de freqüência que as baleias ouvem e produzem sons. Então, de alguma maneira os ruídos interferem na comunicação dos cetáceos.
Todo ano cerca de oito mil baleias passam pela costa brasileira. Elas chegam normalmente no final de julho e voltam à Antártida no fim de novembro. A melhor época para observá-las é setembro entre Garopaba e Laguna. Normalmente as baleias que passam perto da costa são fêmeas e estão acompanhadas de seus filhotes.
Por Murilo Barros para http://www.nautica.com.br/noticias
Biólogos acreditam que as baleias jubarte estão aparecendo em Sergipe por causa do ruído emitido pelas plataformas de petróleo da região. Esses cetáceos migram todos os anos das águas gélidas da Antártida e por volta do final de julho chegam à costa brasileira. As jubartes não são comuns na região de Sergipe, mas intrigadas com o ruído emitido pelas plataformas, ainda se encontram por lá.
Especialistas da região estão pesquisando o som das plataformas e descobriram que ele está na mesma faixa de freqüência que as baleias ouvem e produzem sons. Então, de alguma maneira os ruídos interferem na comunicação dos cetáceos.
Todo ano cerca de oito mil baleias passam pela costa brasileira. Elas chegam normalmente no final de julho e voltam à Antártida no fim de novembro. A melhor época para observá-las é setembro entre Garopaba e Laguna. Normalmente as baleias que passam perto da costa são fêmeas e estão acompanhadas de seus filhotes.
Por Murilo Barros para http://www.nautica.com.br/noticias
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Viva a vela!
É uma grande felicidade encontrar o clube com uma nova visão náutica, principalmente na vela que foi o objetivo de fundação do Iate Clube do Natal, com a classe Snipe. A classe hoje, apesar de contar com alguns barcos no clube, esta desativada e precisando de muito incentivo para ressurgir e voltar a navegar pelas águas do Rio Potengí.
Natal já foi referência em Snipe. Tivemos bons velejadores e os campeonatos eram super disputados, com participação de velejadores de quase todo o Brasil. Quem sabe com todo esse novo entusiasmo que se encontra no Iate Clube do Natal, com as flotilhas restabelecidas e atuantes, os velejadores de Snipe sejam novamente contaminados pelo vírus da vela.
A muito o clube não tinha um calendário de regatas tão movimentado. Tudo frutos dos encontros semanais e do entusiasmo de uma turma nova, instigada e disposta a colaborar uns com outros para que os barcos estejam na água.
Teremos neste final de semana 25/10 a regata Getulio Salles, em Barra do Cunhaú e no próximo dia 31/10 a regata em homenagem a Policia Militar, nas águas do Potengí.
Nesse ritmo vai faltar final de semana para tantas regatas.
Texto baseado em matéria de Nelson Mattos “A vela ressurgindo em Natal” para o Diário do Avoante de 02 /08/ 2009
Festival de Reggae??
Não, essa não é uma premiação de um concurso de reggae.
É o Nelson e a Lucia, o famoso “casal Avoante”, recebendo a premiação da regata que aconteceu após a chegada da Fernando de Noronha a Natal de 2006.
Pense num casal estiloso!
É o Nelson e a Lucia, o famoso “casal Avoante”, recebendo a premiação da regata que aconteceu após a chegada da Fernando de Noronha a Natal de 2006.
Pense num casal estiloso!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Velejar é uma arte bastante complexa
Velejar é uma arte bastante complexa
A vida a bordo não é uma eterna aventura náutica, nem tão cheia de perigos que nos eleve à condição de super-homens. As grandes ondas, os grandes temporais e os ferozes tubarões, pertencem, mais aos roteiros de filmes do que à realidade de uma boa velejada.
Às vezes pegar um mau tempo, é mais pela inexperiência em decifrar os boletins meteorológicos ou os sinais da natureza. Velejar, claro é uma arte mais complexa do que simplesmente saber regular velas ou colocar o barco no rumo.
Entretanto, fazer uma viagem ao redor do mundo pelo mar hoje, é um feito bastante natural. Os equipamentos eletrônicos existentes são extremamente eficientes e de fácil leitura. As comunicações estão cada vez mais evoluídas e localizar um barco no meio de um oceano é apenas questão de horas, com o advento do Epirb, um rádio transmissor, que quando acionado emite sinais fornecendo as coordenadas, nome da embarcação, porto de origem, nome do comandante e até telefones para contato.
Os radares de última geração quando localizam um navio, já informam o nome da embarcação, o porto de saída, porto de destino e outras informações relevantes. O custo desse equipamento é relativamente barato e se adéqua a qualquer barco, independente de tamanho.
O piloto automático, é uma das ferramentas mais importantes em um barco de cruzeiro. Com ele é possível fazer uma viagem de muitos dias de velejada sem pegar uma só vez no timão, apenas apertando os botões mais e menos.
Algumas pessoas acreditam que é necessário ser um grande marinheiro, com extrema coragem para morar a bordo de um veleiro, enfrentando dificuldades como as grandes ondas e as tempestades.
Porem não são as dificuldades que fazem um grande marinheiro. O que faz um grande marinheiro, são seus atos em prol da segurança da embarcação e de sua tripulação.
Baseado em texto de Nelson Mattos, publicado no “Diário do Avoante” no www.tribunadonorte.com.br do dia 01/02/2009
A vida a bordo não é uma eterna aventura náutica, nem tão cheia de perigos que nos eleve à condição de super-homens. As grandes ondas, os grandes temporais e os ferozes tubarões, pertencem, mais aos roteiros de filmes do que à realidade de uma boa velejada.
Às vezes pegar um mau tempo, é mais pela inexperiência em decifrar os boletins meteorológicos ou os sinais da natureza. Velejar, claro é uma arte mais complexa do que simplesmente saber regular velas ou colocar o barco no rumo.
Entretanto, fazer uma viagem ao redor do mundo pelo mar hoje, é um feito bastante natural. Os equipamentos eletrônicos existentes são extremamente eficientes e de fácil leitura. As comunicações estão cada vez mais evoluídas e localizar um barco no meio de um oceano é apenas questão de horas, com o advento do Epirb, um rádio transmissor, que quando acionado emite sinais fornecendo as coordenadas, nome da embarcação, porto de origem, nome do comandante e até telefones para contato.
Os radares de última geração quando localizam um navio, já informam o nome da embarcação, o porto de saída, porto de destino e outras informações relevantes. O custo desse equipamento é relativamente barato e se adéqua a qualquer barco, independente de tamanho.
O piloto automático, é uma das ferramentas mais importantes em um barco de cruzeiro. Com ele é possível fazer uma viagem de muitos dias de velejada sem pegar uma só vez no timão, apenas apertando os botões mais e menos.
Algumas pessoas acreditam que é necessário ser um grande marinheiro, com extrema coragem para morar a bordo de um veleiro, enfrentando dificuldades como as grandes ondas e as tempestades.
Porem não são as dificuldades que fazem um grande marinheiro. O que faz um grande marinheiro, são seus atos em prol da segurança da embarcação e de sua tripulação.
Baseado em texto de Nelson Mattos, publicado no “Diário do Avoante” no www.tribunadonorte.com.br do dia 01/02/2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Hoje é quarta feira
Hoje é dia de reunião de vela no clube, dia de reencontrar os amigos e colocar o papo em dia, alem é claro, de uma pequena incursão gastronomica.
Caso esclarecido!
Este veleiro está em Morro de São Paulo retirado da Marina pelo irmão do
proprietário, sem autorização deste.
Já entramos em contato com a Capitania.
Barreto
Ainda bem que a comunidade da vela agiu rapido nesse caso, e, parece que tudo ja esta resolvido.
Muito bom esses canais de comunicação que se criam pela internet e que facilitam nossa comunicação rapida e eficiente.
proprietário, sem autorização deste.
Já entramos em contato com a Capitania.
Barreto
Ainda bem que a comunidade da vela agiu rapido nesse caso, e, parece que tudo ja esta resolvido.
Muito bom esses canais de comunicação que se criam pela internet e que facilitam nossa comunicação rapida e eficiente.
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