Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink



quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Deliciosa de ler essa aventura

Veleiro Kiwi - Jackie Goulart

velejando na chuva    e porque não?
Ilustração Kriz C. Sanz
No sábado eu estava voltando da praia mole ( ali ao lado do Hotel cabanas  da praia mole) , fui almoçar com meu ex e suas filhas quando a tempestade me pegou quase chegando, na altura das dunas. ...Depois disso a Lagoa ficou até as 10 da noite sem energia elétrica.
Tava no meio do trajeto quando vi que não ia chegar antes da coisa pretear mesmo. Aliás, preto já estava. Já estava com uns 20 nós de vento e eu sozinha ali naquela encrenca. Céu preto, nuvem embolada. uma atropelando a outra e aquela calmaria assustadora.
Em tempo consegui baixar a grande (que já estava rizada) mas só com a genoa, com aquele vento, o barco adernava e caía, não orçava... Meu medo era que o motorzinho se recusasse a cumprir sua função, então esperava poder ir na vela até o trapiche.
O vento rodou de leste pra sudoeste em questão de dois minutos e subiu de 20 pra uns 30 nós, sem exagero, ou pelo menos com só um pouco de exagero, não muito... Logo acalmou pra uns 15 nós, mas quando a coisa ficou (literalmente ) preta, me perguntei : quê que eu tô fazendo aqui? Porque não estou em casa, nos meus confortos, fazendo um crochézinho?
No meio da bagunça, virei o motor (milagre, funcionou!) e baixei a genoa. Quando levanto os olhos não via mais margem nenhuma da lagoa...achei que tinha sido transportada para as Brumas de AVALON...Me perguntava: oncotô, doncovim, proncovô? Gritei uma palavra mágica agarrada no púlpito de proa, tentando amarrar a genoa pra não voar: segura peãaaaooooooooo... não adiantou nadica.... Gritei ABRE-TE SÉSAMO e vi a av das rendeiras. Funcionou. Esse é a vantagem de ter cultura literária...( eu li "ali babá...", modéstia à parte... )Funcionou: tava com a avenida das rendeiras no visual... e eu no visual da avenida... engarrafamento e gente buzinando pra mim...não deu pra entender se era deboche ou solidariedade. Se conheço esse povo...
E além de tudo, com a culpa judaico-cristã que nos acompanha, ou seria a culpa feminina? Enfim... por alguns segundos achei que estava sendo apedrejada em praça, isto é, em lagoa pública ... por aqueles poucos pecadilhos... mas era chuva de granizo, vinha do céu, e não da terra. Sempre é melhor estar sendo apedrejada pelos deuses do que pela plebe rude e ignara. E surra de gelo nas costas, no rosto. Só faltava o copo de uísque. O barco ficou cheio de gelo! Mas eu só tinha água de coco e nenhuma condição de segurar um copo.
O motorzinho funcionou, é verdade, mas cobrou um preço alto... pensa que é assim? A marcha soltava. Então o dedão do pé esquerdo mostrou ao mundo a que veio: segurar a alavanca da marcha até o trapiche enquanto numa manobra e contorcionista eu levava o leme e tentava me manter com os olhos abertos. e o valoroso Kiwi lutando pra chegar no trapiche contra o vento, contra tudo e contra todos os prognósticos...
Enfim: sempre sonhei um dia dizer isso: "a chuva de granizo e o vento fustigavam e castigavam a minha pele enquanto eu tentava controlar a embarcação!!!"...
Tá... um pouco de exagero não faz mal a nenhuma literatura. Cheguei e fui recebida pelo pessoal do Escritório. Eles também estavam no perrengue, chegaram um pouco antes de mim. Mas estavam em dois marmanjos e um belo motor de centro. A primeira frase que ouvi foi: essa é doida mesmo! E a gente ria muito. Em questão de cinco minutos a chuva parou, o céu se encheu de cores azuis e douradas e a Lagoa se exibia pra nós ali no trapiche, como se fosse a coisa mais calminha e inocente do mundo... quem não te conhece que te compre, Dona Conceição.
Jackie

materia do site http://esportesdomar.com.br

Veleiro com francês localizado por avião de patrulha da FAB chega quinta-feira a Salvador



Uma aeronave Bandeirante de Patrulha com tripulação do Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1º/7º GAV), da Força Aérea Brasileira, localizou nesta terça-feira, dia 27, por volta das 15h, a mais de 400 quilômetros da costa de Porto Seguro (BA), o veleiro do francês Alexandre Scrizzi, que saiu completamente da rota da 17ª Edição da regata internacional "Charente-Maritime/Bahia Transat”. Segundo contato, ele se perdeu devido a falha no sistema de navegação do veleiro.
Os dados das coordenadas geográficas foram repassados à Marinha do Brasil que acionou o navio-patrulha Gravataí para realizar o resgate. O navio da Marinha acompanhará o velejador até a costa. A previsão de chegada é na quinta-feira, dia 29. Os trabalhos de acionamentos dos meios foram realizados pelo Salvaero em Recife e pelo Salvamar.
A embarcação possui rádio, mas a coordenação da competição não conseguiu estabelecer nenhum tipo de contato com o velejador francês.
Para o Major-Aviador Pierre Gonçalves, comandante do Bandeirante que localizou a embarcação, foi uma missão muito gratificante. "Foi muito bom conferir a felicidade do velejador quando viu que havia chegado apoio".
Fonte: FAB postado 29 Out 2009no site www.popa.com.br

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Sonho e planejamento

Normalmente, quando se fala em mar, num pequeno barco a vela e grandes velejadas, se pensa em aventura. Na verdade, a coisa não é uma aventura. Pode ser uma história de amor, uma poesia, um sonho, ou uma canção. Mas, é também, o fruto de um planejado trabalho, e você que sonha, também pode embarcar nessa! Você também pode viver este sonho.

Por Edson de Deus em http://www.edsondedeus.ecn.br

Projeto Navegando o Brasil


O PROJETO

Navegar de Santos a Fortaleza fornecendo às pessoas que gostam de náutica e vela a oportunidade de acompanhar a aventura online em tempo real e com três posts em vídeo por dia, com cobertura exclusiva do portal de vela SailBrasil.




APRESENTAÇÃO

No dia 23/10/2009 estarei em Santos para documentar a tradicional regata 59ª Santos - Rio, na Corveta da Marinha, com posts e imagens inéditas na SailBrasil.
A viagem com o trimarã se inicia na última semana de outubro, com saída de Santos - SP com destino à Vitória - ES, a data provável é o dia 28 de outubro de 2009.
Serão trechos de cerca de 600 milhas náuticas de cada vez, fazendo três pernas de cerca de 5 a 6 dias.
A idéia é velejar afastado da costa cerca de 15 a 18 milhas, navegando dia e noite e divulgando algo inédito em cada trecho.
Assim os internautas terão a oportunidade de acompanhar a vida em um veleiro online e viajar e vivenciar um pouco das belezas naturais da costa juntamente com o aventureiro.
materia publicada no  http://www.sailbrasil.com.br

Tres no mundo

Estou relendo  "O melhor ano de nossas vidas", livro que conta a viagem de 14 meses feita pelo velejador paulista Sergio Amaro Gomes e seus dois filhos Jonas com 11 anos e Carol com 10, a bordo do veleiro Fandango, um Scaefer 31.
Saindo de Ilha bela/SP e subindo todo o,litoral em uma viagem prevista para acabar em Natal após participarem da Refeno e da Fenat.Mas que teve um acrescimo inesperado de uma ida ao Caribe, como tripulantes do veleiro Cavalo Marinho.
Um livro gostoso de ler e que mostra, a coragem e a determinação do Sergio em realizar seu sonho e de seus filhos criando um ano inesquecivel em aventuras e convivio familiar.
Parabens a eles que ja compraram um veleiro novo chamado Travessuras um fast 410, que por sinal é esse que ilustra meu blog, e ja se preparam para uma nova viagem agora visando o Caribe e a Europa.
Para ajudar nessa proxima aventura o livro pode ser adquirido atraves do site www.trenomundo.com.br
Bons ventos a essa gente determinada.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Maior veleiro do Mundo em Portimão, Portugal

O porto de cruzeiros de Portimão, Portugal, acolheu o maior veleiro do mundo, o Royal Clipper, antes de atravessar o Atlântico rumo às Caraíbas, onde realizará cruzeiros turísticos até ao final da Primavera de 2010
O Royal Clipper é um veleiro de cinco mastros com 134 metros de comprimento, tem capacidade para 227 passageiros e 106 tripulantes e é o mais rápido do Mundo.
As 42 velas, com uma área de 5,24 metros quadrados, permitem-lhe uma velocidade de mais de 20 nós, sendo os mastros operados por sistemas hidráulicos, orientados a partir da ponte de comando. Por causa deste sistema, o Royal Clipper não precisa de uma tripulação numerosa para navegar.
Construído em 2000, o veleiro de cinco mil toneladas, propriedade da empresa luxemburguesa Star Clipper, foi inspirado pelo lendário veleiro alemão Preussen, construído em 1902. É o único veleiro de cinco mastros, o maior dos quais com cerca de 60 metros.
Para o comandante Sergey Utitsyn, o Royal Clipper é essencialmente "escolhido por pessoas amantes da vela para a realização de cruzeiros".
"Há pessoas que repetem os cruzeiros, só para terem o prazer de viajar no navio", disse à Lusa.
"É realmente um excelente barco que proporciona viagens inesquecíveis para quem gosta de navegar, sobretudo à vela", afirmou.
O veleiro está equipado com plataforma inferior, que dá acesso directo ao mar e permite a realização de desportos náuticos, como esqui aquático, windsurf e mergulho.
Com um total de 114 cabines, o maior veleiro do mundo navega a maior parte do tempo com velas abertas, não tendo necessidade de utilizar os motores, a não ser para entrar e sair dos portos, e nas manobras de atracagem.
Depois de uma escala em Portimão, o Royal Clipper está já a caminho das Caraíbas, onde permanecerá até ao final da Primavera de 2010, para a realização de cruzeiros, regressando depois ao Mediterrâneo.
 
Fonte: Sol/Lusa publicado no www.popa.com.br em 25 Out 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Voce pode destinar parte de seu imposto de renda ao esporte. Lei de Incentivo ao Esporte

O Veleiros do Sul é o primeiro clube náutico do Rio Grande do Sul a conseguir aprovar no Ministério do Esporte projetos para busca de incentivo fiscais visando o fortalecimento e estruturação da vela.

A Lei de Incentivo ao Esporte permite que patrocínios e doações para a realização de projetos desportivos sejam descontados do imposto de renda devido. A lei prevê que empresas que declaram o imposto de renda pelo lucro real (7% do total das empresas brasileiras - fonte Ministério do Esporte) poderão aplicar até 1% do imposto devido em projetos esportivos. E que pessoas físicas possam descontar do seu IR a pagar, cerca de 6%.

Decida para onde/quem vai o seu imposto
Aproveite a oportunidade, repasse seu imposto e garanta o futuro de seu esporte preferido (seja para ações competitivas, de participação ou educacionais). Não deixe seus recursos irem exclusivamente para os cofres da União.
No período de setembro de 2007 a dezembro de 2008, somente 619, de um total de 1.295 projetos, foram aprovados. Um total de R$ 132 milhões investidos no esporte, beneficiando aproximadamente 1,5 milhão de pessoas. Acompanhe os projetos aprovados pelo Ministério dos Esportes no endereço eletrônico .http://portal.esporte.gov.br/leiIncentivoEsporte/

Projetos do Veleiros do Sul aprovados no Ministério
- Nations Cup Grande Final - Estruturação e Fortalecimento da Vela no Brasil
- Vela Brasileira - Match Race E J-24

Projetos Encaminhados para o Ministério
- Projeto Rumo

Algumas vantagens da LIE:
Visibilidade da marca:
em todos os bens e serviços viabilizados através da LIE, juntamente com as marcas oficiais do Governo Federal;
Marketing esportivo: associar a arca da empresa a um esporte olímpico e também com desenvolvimento de atividades ambientais e sociais
Responsabilidade social:patrocínios destinados a projetos esportivos podem ser divulgados no Balanço Social de sua empresa
Contrapartida zero: a totalidade dos valores destinados é dedutível do imposto de renda e não concorre com os demais incentivos fiscais (até o limite)
Procedimento: absolutamente simples e sem burocracia
Democratização: a Lei de Incentivo ao Esporte possibilita investimento nas mais variadas modalidades esportivas
Decisão: a empresa poderá escolher onde o seu imposto será aplicado e acompanhar as ações de perto
Transparência: além de ter suas ações acompanhadas, elas serão sistematicamente divulgadas
Social: o apoio a projetos esportivos abre diferentes possibilidades para nossa comunidade e permite a inclusão social por meio do Esporte

Saiba mais sobre o benefício
A Lei permite que cidadão e empresa possam destinar 6% e 1% do seu imposto de renda, respectivamente, para projetos esportivos. A chamada renúncia fiscal segue, praticamente, na mesma norma que é utilizada na Cultura e na área social (Rouanet e Funcriança). Porém, melhor ainda, pois permite 100% de incentivo fiscal, sem a contrapartida de 20% exigida pela Lei Rouanet, além de manter controle mais rígido.

Para quem
O doador garante o destino do seu investimento aplicando em projetos apresentados por Clubes ou instituições desportivas reconhecidos e aprovados pelo Ministério. Isto garante que a proposta já foi avaliada e passou por uma comissão técnica de viabilidade. Para obter esta aprovação do Ministério do Esporte, a entidade apresenta proposta prevendo todos os passos e gastos. É um trabalho muito detalhado e que exige conhecimento técnico específico. Todos os projetos aprovados são divulgados no Diário Oficial da União.

Quem pode doar
As empresas podem destinar até 1% do imposto devido. Neste caso, somente as empresas tributadas pelo lucro real podem realizar o repasse. Já o contribuinte pode destinar até 6% do IR a pagar para ações esportivas.

Procedimento
O procedimento é absolutamente simples e sem burocracia destina-se o valor desejado por meio de depósito em conta bancária de titularidade da entidade proponente do projeto desportivo, que emitirá recibo declarando os valores recebidos para fins de comprovação da fruição do incentivo).

Como faço para informar na declaração do Imposto de Renda o repasse que fiz ao projeto?
No caso da empresa, até 1% do imposto de renda devido, calculado sobre a alíquota de 15%. Terão direito a este incentivo somente as pessoas jurídicas que apurarem seu imposto de renda pelo lucro real. Este incentivo não concorre com os demais. Os valores deverão ser contabilizados como despesa operacional, não dedutível, devendo ser adicionados no LALUR, para fins de cálculo do Imposto de Renda, e também da base de cálculo da Contribuição Social.

No caso do cidadão, até 6% do imposto de renda devido (não confundir com o saldo de imposto de renda a pagar). Terão direito a este benefício somente as pessoas físicas que entregarem sua declaração no modelo completo. O limite de 6% do imposto de renda devido é o percentual máximo de aproveitamento dos incentivos fiscais, em cada ano, juntamente com os demais incentivos federais – Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, Lei Rouanet e Audiovisual. Assim, a pessoa física pode distribuir os investimentos em vários incentivos ou num só, desde que a soma não ultrapasse a 6% do IR devido ao ano. Os desembolsos efetuados ao abrigo deste incentivo devem ser informados na declaração de rendimentos, no quadro de “Pagamentos efetuados”, com a indicação do projeto, do código fiscal, do CNPJ e do valor investido no exercício.



Materia de Nelson Ilha para Nautica on line de 04/06/2009

Match Race

Match Race pode ser realizado com qualquer barco, desde que idênticos, independente do nível técnico do velejador e com qualquer idade.
Foto: © Dan Ljungsrik


O veleiro perfeito
Nos últimos anos, tive oportunidade de velejar em barcos de diferentes classes. Se fosse possível reunir todas as características positivas no mesmo barco, o projeto teria seguinte linha:


  • Tamanho médio, ou seja 30 pés, que seria suficiente para uma tripulação com 5 ou 6 velejadores e mais um ou dois convidados a bordo


  • O preço deve ser acessível, talvez a característica mais importante,  calado não muito profundo para possibilitar a realização das regatas mais próximo de terra, bem como agregar facilidade no transporte terrestre, viabilizando a realização de eventos em diferentes localidades


  • Foto: © Dan Ljungsrik


  • Do ponto de vista da velejada, creio que o barco ideal é aquele que gira no eixo com facilidade como o Soling e o Swedish Match 40 - SM 40, barco utilizado na etapa brasileira e portuguesa do World Match Tour. O fato de o barco girar no eixo, com mais agilidade, dificulta para que os velejadores realizem a marcação na pré-largada, modificando o panorama da regata com mais freqüência, o que atribui maior emoção para os velejadores e se torna um atrativo a mais para os espectadores


  • Do ponto de vista das manobras, a simplicidade do layout do J24 seria de grande utilidade.


  • Foto: © Dan Ljungsrik
    Os DS 37 (em todas as fotos) são os barcos com melhor leme que eu já velejei

  • Adotaria um balão assimétrico. As regatas de ventos fracos com balão assimétrico possibilitam maiores chances de recuperação nas pernas de popa, pois o barco veleja mais de través, havendo sempre a chance do barco que está atrás dar o jybe na paralela a barlavento, e conseguir afetar o vento do seu adversário.


  • Reunir todas essas características em um barco só seria muito interessante, todavia, mais importante do que estes detalhes, é que os barcos utilizados em um Match Race sejam idênticos, para que não haja favorecimento de qualquer equipe.

    Ao mar!


    Baseado em materia de Daniel Glomb para Nautica on line

    preciso urgente tripulacao amadora oceanica

    Compramos dois veleiros oceanicos heritage kech 40 ,e um de regata um racer (formula 1 dos mares)pearson flyer 30, ele (o maior) esta nos usa em Milford Conecticut ,e eu virei velejando com ele para o Brasil onde participara de regatas e projeto social, ofereco a quem tiver espirito de aventura esta possibilidade vir velejando conosco pelas ilhas do caribe um outro barco estara saindo da Florida , quem se interesar faça contato imediato tem que ter passaporte e visto americano valido e estar ciente que sao de 45  a 75 dias de viagem pois pararemos nas ilhas para reabastecimento logistico onde faremos fotos e videos , quem tiver experiencia em cruzeiros a vela ou iatismo oceanico , carteira de arrais, mestre ou capitao tera preferencia, quem tiver experiencia em video foto e jornalismo idem.
    A viagem para os usa e por conta do interessado que devera ter reserva emergencial.
    As despesa de alimentacao serão divididas. A viagem de ida tera datas  a serem programadas em conjunto levando em conta as condições de termino das revisões dos barcos e climáticas (fora da hurriane section)
    Cada um que tiver regime alimentar especial ou preferencias pessoais deve levar seus alimentos especiais a parte ,quer isto quer remedios para o total da viagem , alimentos não devem ser pereciveis , ter roupas de frio, impermeaveis e de calor .tomar desde já vitamina b6 que afastas insetos ,(nas ilhas caribenhas há malaria e febre amarela) vacinação é boa prevenção e levar anti malaria idem, quem se interessar favor entrar em contato
    O heritage de 7 a 8 pessoas, o flyer de 5 a 6 pessoas o flyer, e de regata sem muito conforto mas um aviao na agua , muito rapido com qualquer ventinho.Convidei a quem ama o mar para esta aventura real.
    leia este texto e tome decisão quanto a esta viagem sabendo que depois da partida não há retorno.
    Nao sera cobrado nada, sob nenhum pretexto ,mas as despesas serão coletivas e compartilhadas como foi dito acima. Nesta aventura deveremos parar em varias ilhas caribenhas, Fernando Noronha e onde houver condições.
    Faremos rodizio de posições nos postos de tripulacao ,e quartos de rodízio noturno ,etc. 
    Um abraco a todos e conto com voces para esta aventura
    se quiserem ver fotos dos barcos antes de qualquer decisão mandem email para
    exterpress@hotmail.com
    exterpressinterpressholding@yahoo.com
    exterpress.interpress.holding@gmail.com
    pela atenção dispensada ,muitoobrigado
    alberto 
     
    postado no Orkut na comunidade Vela Brasil em 13/10/2009

    Submarino desaparecido há mais de 90 anos é encontrado na Estônia

    O HMS E18 saiu para uma patrulha em maio de 1916 com tripulação de 31 pessoas e nunca mais foi visto.
    Os restos de um submarino da Marinha britânica, perdido há mais de 90 anos, foram encontrados no Mar Báltico, na costa da Estônia.
    O HMS E18, com três oficiais e mais uma tripulação de 28 pessoas, saiu para uma patrulha em maio de 1916 e nunca mais foi visto.
    O submarino estava entre os vários que foram enviados para o Mar Báltico durante a Primeira Guerra Mundial por Winston Churchill, almirante da Marinha britânica na época, para interromper o envio de minério de ferro da Suécia para a Alemanha e dar apoio à Marinha russa.
    O submarino foi encontrado no último final de semana perto da ilha de Hiiumaa, que faz parte da Estônia, por uma companha de pesquisa da Marinha da Suécia.
    Os pesquisadores foram guiados por informações de um descendente australiano de um dos tripulantes, Darren Brown, um engenheiro aéreo de Melbourne, que passou anos pesquisando a história do submarino.
    O bisavô de Brown, o sinaleiro Albert Robinson, sobreviveu ao desaparecimento do E18 pois ficou doente com apendicite pouco antes da última patrulha.
    O E18 deixou sua base, no porto russo de Reval (que agora é Tallinn, capital da Estônia) na noite de 25 de maio de 1916, e começou sua viagem em direção ao oeste.
    No dia seguinte, o submarino teria entrado em combate e lançado torpedos contra um navio alemão. Dias depois, possivelmente no dia 2 de junho, o submarino teria atingido uma mina alemã e afundado.
    Controle remoto
    O navio de pesquisa sueco MV Triad enviou um veículo operado com controle remoto e conseguiu as primeiras imagens que mostravam o submarino de 55 metros de comprimento em boas condições de conservação.
    As águas do Báltico são geladas, ligeiramente salgadas e com pouco oxigênio e, com isso, os navios e submarinos naufragados sofrem menos desgaste e ferrugem do que em outros lugares.
    As fotos mostram o submarino com a escotilha aberta, o que sugere que ele estava na superfície quando atingiu a mina.
    "Sem sombra de dúvida, elas (as fotos) mostram um submarino na classe E e certos detalhes indicam que provavelmente é um E18", afirmou David Hill, especialista em submarinos classe E que examinou as imagens.
    Os navios e submarinos da classe E eram considerados os mais bem sucedidos da Grã-Bretanha durante a Primeira Guerra Mundial. Um outro submarino muito parecido, o E19, afundou quatro navios alemães de transporte em apenas um dia de outubro de 1915. O E18 foi o único submarino classe E que foi abatido durante uma missão no Báltico.
    "Queremos investigar a causa exata do naufrágio e honrar os que morreram, contando sua história", disse Carl Douglas, dono da companhia de pesquisa que encontro o E18. Segundo Douglas, a descoberta foi resultado de quase uma década de trabalho.
    Balde
    As condições à bordo de um submarino da classe E eram simples e extremamente apertadas.
    Havia apenas um beliche, dividido entre os três oficiais. O resto da tripulação dormia onde podia.
    Os banheiros frequentemente eram apenas um balde. E o clima no Báltico era tão frio que a maior parte da estrutura do submarino congelava no momento em que alcançava a superfície.
    A história da última viagem do HMS E18 será mostrada em um documentário, Churchill's Lost Submarine ("O Submarino Perdido de Churchill", em tradução livre).
    Fonte: Estadão  publicado em 24 Out 2009 no www.popa.com.br