Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Whisky de expedição realizada há 100 anos é achado na Antártida. Pense num whisky envelhecido!


Bebida estava em cabana utilizada pelo explorador Ernest Shackleton
Cinco caixotes de whisky escocês e dois de brandy foram recuperados por um grupo que restaura uma cabana na Antártida, usada há mais de 100 anos atrás pelo famoso explorador Ernest Shackleton.
O gelo quebrou algumas das garrafas que foram deixadas no local em 1909, mas os restauradores disseram nesta sexta-feira, 5, que têm certeza de que os caixotes contêm garrafas intactas "já que o líquido pôde ser ouvido quando os caixotes foram movidos".
O líder do grupo do New Zealand Antarctic Heritage Trust, Al Fastier, disse que eles acreditavam que não havia caixotes e ficaram surpresos em encontrar cinco deles.
O grupo Whyte & Mackay, atual proprietário da destilaria McKinlay and Co. quer recuperar amostras do whisky para testá-las e, assim, decidir se vai relançar a antiga bebida.
Fastier disse que os restauradores encontraram os caixotes sob o piso da cabana em 2006, mas eles estavam muito fundos no gelo para serem retirados.
Os neozelandeses concordaram em perfurar o gelo e tentar pegar algumas garrafas, embora as demais devam permanecer, de acordo com as diretrizes de conservação do Tratado Antártico.
"A descoberta inesperada dos caixotes de brandy, fabricados pela Mackinlay & Co e pela The Hunter Valley Distillery Limited Allandale são um bônus", disse Fastier.
Alguns caixotes de quebraram e formou-se gelo em seu interior.
Fastier disse em comunicado que fará a extração do conteúdo de forma delicada, mas a organização vai decidir o que fazer nas próximas semanas.
Richard Paterson, mestre da Whyte and Mackay, cuja empresa forneceu a bebida para Shackleton, descreveu a descoberta como "um presente dos céus para os amantes de whisky".
"Se os conteúdos puderem ser confirmados, extraídos com segurança e analisados, a mistura original poderá ser replicada. Tendo em vista que a receita original não existe mais, isso pode abrir a porta da história", disse ele em comunicado.
A expedição de Shackleton ficou sem suprimentos durante sua jornada para o polo Sul, a partir da costa antártica, realizada entre 1907 e 1909 e voltou quando estava a cerca de 160 quilômetros de seu objetivo.
A expedição deixou o local em 1909 quando o gelo de inverno se formava, deixando para trás vários materiais, incluindo o whisky e o brandy.
Fonte: Estadão; Foto: Divulgação/NZAHT;
Colaboração: Roberto Gruner

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Pescador divulga fotos em busca de donos de câmera achada no mar


Os donos de uma câmera digital retirada do Oceano Atlântico por um pescador espanhol, que havia divulgado as fotos para tentar encontrar os donos do aparelho, foram identificados como sendo um casal da África do Sul.
O pescador Benito Estevez encontrou a câmera em suas redes de pesca na costa oeste da Europa com cinco fotos intactas no cartão de memória, mostrando um casal em um navio de passageiros.
Tentando encontrar os donos da câmera, ele publicou na internet as fotos, que mostram uma mulher no convés de um barco, com outro navio, o Queen Elizabeth 2, agora fora de serviço, ao fundo.
A história virou uma reportagem de uma das emissoras da BBC no sul da Grã-Bretanha, e uma amiga do casal que mora na região identificou as fotos dos amigos, Barbara e Dennis Gregory, na televisão.
O casal da África do Sul viajava de Nova York para Southampton no navio Queen Mary 2 em 2008, quando perderam a câmera no mar.
"É literalmente um sonho que se realizou", disse Barbara Gregory à BBC. "Nunca poderíamos ter imaginado que (a câmera) poderia aparecer de novo."
"Dennis estava com a câmera em uma correia, em volta do pescoço, pois não queria deixá-la cair. Tudo estava bem até que ele se sentou em uma cadeira no convés e tirou a câmera do pescoço. Alguém viu golfinhos na água e nós dois nos levantamos rápido", disse.
"(A câmera) literalmente pulou do colo dele, cruzou o convés e caiu na água. Ficamos desolados, perdemos todas as fotografias de Nova York."
Fonte: BBC

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Mais da metade do caminho navegado


Imagine-se navegando em alto-mar em um veleiro de 34 pés, fazendo 120 milhas náuticas/dia (uns 200km). Tem dias de mar calmo em que Você aproveita para apertar as correias do motor e fazer faxina no barco. É nos dias de mar agitado que Você aprende o que é ser o comandante e o proeiro também. Você é ainda o cozinheiro, o navegador e o mecânico. Sozinho a bordo, Você precisa dormir mesmo com o barco balançando e enfrentando tempestades. Se vai conseguir, ou não, é outra coisa.
Jessica Watson tem 16 aninhos e está navegando sozinha pelo Atlântico, a mais de meio caminho entre a América do Sul e a África. Noventa dias após desatracar de Sidnei, na Austrália, a menina enfrentou o Cabo Horn. Navega hoje em direção ao Cabo da Boa Esperança (clique sobre o track para ver a posição atual). Para evitar um ciclone extra-tropical a 1.200 milhas ao sul, Jessica alterou o rumo para NE há alguns dias, navegando nas proximidades do Paralelo 30S, que aliás passa em Porto Alegre. Já ultrapassou a metade do caminho. Do sul da África rumará de volta para Sidnei, na costa leste da Austrália. Ela quer ser a pessoa mais jovem a circunavegar o planeta sozinha e sem assistência.
Jessica escreveu em seu blog na terça-feira da semana passada que perdeu a estação de vento e que estima a direção e velocidade do vento observando um pedaço de barbante amarrado aos estais. "Estas são bem as condições que Ella's Pink Lady e eu adoramos", escreveu Jessica, referindo-se ao seu veleiro.
Um dos grandes legados da façanha certamente será a divulgação da vela de cruzeiro. Já o maior prejuízo, poderá ser a marola involuntária nos feitos de uma enorme quantidade de marmanjos mundo afora.
"Alguém se importaria se, em vez de voltar para Sydney, eu desse uma segunda volta?", brinca Jessica, já com 12.500 milhas navegadas em mais de 100 dias de viagem.
Bons ventos pra guria!


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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Nosso barco é nossa casa,diz proprietária do veleiro suiço.

A família Monnerat, proprietária do veleiro de bandeira suíça que havia sido roubado em Cabo Verde e encalhou no último domingo no município de Tutoia, a 455 km de São Luís, no Maranhão, recebeu nesta quarta-feira a notícia que a embarcação foi encontrada na costa brasileira. O barco foi roubado por piratas africanos na Marina de Mindelo, na costa de Cabo Verde, durante uma viagem que a família fazia ao redor do mundo. Cinco africanos acusados do crime, entre ganenses e cabo-verdianos, foram presos em Tutoia, no Maranhão, e em Parnaíba, no Piauí, pela Polícia Federal.
Participavam da expedição o velejador Pierre Monnerat, a mulher dele, a norte-americana Sthépanie Nelly Joho Monnerat, e os três filhos do casal: Quentin, Marie e Théa. O objetivo da viagem, segundo o blog da família, era mostrar o mundo para os filhos. Segundo Sthépanie, a viagem já dura um ano e meio.
- Nosso barco é a nossa casa, é tudo o que temos - desabafou.
De acordo com a norte-americana, Pierre deve viajar em breve para o Brasil para buscar o veleiro.
- O mais importante de tudo é que estamos salvos, agora na Suíça - diz a proprietária da embarcação ao comentar o roubo, que ocorreu entre os dias 12 e 13 de janeiro.
Quando questionada sobre o futuro da expedição, Sthépanie diz que a família Monnerat 'está ansiosa para visitar o Brasil'.
No Brasil, inicialmente, os africanos presos eram suspeitos de pirataria e suposta participação no desaparecimento da família proprietária do veleiro. Mas foram considerados pela Polícia Federal do Maranhão estrangeiros com visto irregular. O grupo despertou suspeitas quando os ganenses estavam trocando 1.700 euros em uma agência do Banco do Brasil (BB) em Tutoia.
Fonte O Globo - Colaboração Ademir "Gigante" de Miranda (Veleiro Entre Pólos)

Postado no blog do veleiro Planeta Água 
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Aniversario do amigo Nelson Mattos

Nesta ultima quinta feira dia 04/02 os velejadores de Natal se reuniram no Iate clube para comemorar o aniversario de nosso amigo Nelson do veleiro Avoante.
Parabens ao Nelson e muitos dias de vento favoravel em suas velejadas da vida.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Pintura e limpeza do fundo fazem bem ao casco do barco e ao seu bolso


Revista Náutica
A performance do seu barco não anda aquela maravilha? Então, atenção. O problema pode estar num simples detalhe: nas cracas presas ao fundo do casco! Elas aumentam barbaramente o peso da embarcação, afetam a hidrodinâmica do casco e, conseqüentemente, roubam um bocado de desempenho. E como quanto maior o arrasto hidrodinâmico (ou seja, o esforço para se locomover), maior é esforço do motor e maior também será o consumo de combustível para o barco se movimentar. E combustível custa dinheiro. Portanto, cracas presas ao casco significam, também, rombos no seu bolso. A sorte é que elas não aparecem da noite para o dia, embora sejam bem freqüentes nos barcos que ficam guardados dentro d´água — como a maioria dos veleiros, por exemplo. São precedidas por uma camada de limo, que age como uma espécie de berço para uma futura colônia de algas, que, por sua vez, atraem as cracas. O problema é que elas se reproduzem rapidamente. Crescem em pouquíssimo tempo e, se não forem retiradas em tempo, passam a ser uma real ameaça ao casco. Com poucas semanas de vida, podem ser retiradas com simples jatos d’água com pressão — tendo, porém, o cuidado de não danificar o gelcoat do casco. Mas, se já estiverem crescidas, só mesmo raspando com uma espátula. O melhor remédio, no entanto, ainda é a boa e velha prevenção, pintando o fundo do casco uma vez por ano, com tinta própria para isso, chamada de antiincrustante ou, popularmente, “tinta venenosa”, embora mal mesmo ela só faça para as cracas. Como mostramos aqui.

O passo a passo contra a craca:
Como reparar um casco contaminado

Regra número 1: inicie o trabalho imediatamente após ter o barco ter sido retirado da água. Quando ainda úmidas, as cracas saem com mais facilidade.

Com uma espátula afiada ou um raspador (de preferência, com os cantos arredondados, para não danificar o gelcoat), tire todas as sujeiras abaixo da linha d’água. O raspador do tipo “puxar” normalmente permite mais controle do que o de empurrar.

Na seqüência, pegue uma mangueira comum ou uma especial de alta pressão (mas com água em abundância) e dê um banho no casco, para tirar todo o excesso e facilitar o lixamento. Não economize na água. Quanto mais, melhor

A área a ser pintada deve ser demarcada com fita adesiva, para a pintura não borrar a parte de cima. A dica é colar a fita um pouco acima da real linha d’água, já que, com o balanço do barco, a posição dela pode variar.

Com o casco já lixado, pegue um rolo de pêlos médios e um pincel (para os cantinhos mais difíceis) e aplique o primer, produto que produz uma boa aderência à tinta antiincrustante, que virá a seguir. A pintura deve ter a espessura recomendada pelo fabricante. Caso contrário, não surtirá efeito.

Depois, com uma lixa d’água número 60- 120 (própria para remover restos de tinta velha), esfregue toda a superfície. Para conseguir uma superfície mais lisa, é melhor usar um bloco de madeira sob a lixa. Deixe uma mangueira d´água à mão, para facilitar o lixamento. Só pare de lixar quando o gelcoat aparecer.

Ttrês horas após a secagem, aplique o antiincrustante com um novo rolo, que também deve ter pêlos médios. A quantidade de demãos varia de uma marca para outra de tinta e está explicada na embalagem de cada produto. Mas, geralmente, não passa de três. Observe na embalagem do galão o intervalo mínimo de tempo entre as demãos.

Por fim, espere 48 horas para colocar o barco novamente na água. É o tempo exato para que o primer faça a aderência no antiincrustante e não perca sua propriedade, que é a de evitar futuras cracas — pelo menos durante um ano, que é quanto dura o efeito

Quanta tinta eu preciso?
Calcular a quantidade exata da antiincrustante necessária para a pintura do fundo de um barco não é nada fácil. Mas existe um cálculo valioso para evitar desperdícios, até porque esse tipo de tinta costuma ser bem caro. Primeiro, meça o comprimento da linha d’água, da boca e do calado do barco. Depois, use uma das fórmulas abaixo para determinar a área (em metros quadrados) da superfície a ser pintada. Com esse dado, você saberá quantos litros comprar, já que um litro de tinta, em geral, dá para cerca de 5 metros quadrados. Mas, atenção: é preciso verifi car a quantidade de demãos exigida por cada marca de tinta. Em geral, são três.

Se for uma lancha:
Soma de boca + calado X comprimento da linha d’água = área em m²

Se for um veleiro:
Soma de boca + calado X 0,75 X comprimento da linha
d’água = área em m²

Dicas de quem sabe
O técnico em laminação e pintura, Manoel Messias Barbosa, ensina aqui alguns truques que aprendeu em mais de 30 anos de raspagem e pintura de cascos. Confira. É necessário um bom instrumento para mexer a tinta antes do uso. Aquela velha chave de fenda não serve. Uma espátula ou um pedaço de madeira são mais indicados. Não altere a composição química da tinta com solventes ou outras substâncias, como pó de cobre, que a deixa mais pesada e fácil de soltar. Use protetor para os olhos, porque a tinta respinga e pode ser perigosa.

Pela mesma razão, use também luvas e proteção para os braços e as pernas. A tinta pode causar irritação na pele. Não tenha pressa. Até 80% do tempo da operação pode ser gasto na aplicação dos primers e antiinscrutante. Eles são a chave para um acabamento de sucesso.

Postado na Revista Nautica




Veleiro encalhado no Maranhão foi roubado em Cabo Verde; donos da embarcação estão vivos





Reprodução/TV Globo SÃO LUÍS - O veleiro de bandeira suíça que encalhou no último domingo no município de Tutoia, a 455 km de São Luís do Maranhão, foi roubado na Marina de Mindelo, na costa de Cabo Verde. As informações foram confirmadas pela Capitania dos Portos do Piauí e pela Polícia Federal, que estão trabalhando nas investigações. A família que estava no veleiro denunciou o roubo no seu blog, onde fazia um histórico da viagem. A primeira suspeita da PF era de que os ocupantes da embarcação teriam sido mortos por piratas.
Na postagem em francês, feita no dia 16 de janeiro, a família colocou fotos do veleiro e que ele pode ter sido roubado no dia 12 ou 13. Eles também publicaram, inclusive, os contatos telefônicos e e-mail para que quem tivesse notícias do veleiro, entrasse em contato. Em uma das fotos, a americana Stephanie Nelly Joho Monnaret, proprietária do veleiro, aparece de costa, em frente à embarcação.
O navegador francês radicado no Brasil Pierre Yvews Equinet disse que conseguiu falar com a mãe do dono do veleiro na tarde desta terça-feira. A família vive na Suíça. O dono do barco é Pierre Monnerat. A mãe dele disse que o veleiro havia sido roubado na Ilha Midelo, em Cabo Verde, país localizado próximo à costa da África.
- Nenhum dos familiares do Pierre estava à bordo. Ele fazia a viagem de volta ao mundo de veleiro ao lado da mulher, Stephanie, e dos filhos Quentin, Marie e Théa. Todos estão bem - disse o Pierre Equinet.
Como a polícia encontrou dentro da embarcação quantias em dinheiro, da moeda de Cabo Verde, é quase certo de que os dois homens ouvidos nesta segunda-feira pela polícia do município estejam envolvidos no roubo. Um deles, após ser liberado pela polícia, fugiu ontem mesmo. O outro continua em Tutoia, mas nega qualquer participação no caso.
Tanto o homem quanto outros quatro que foram detidos em Parnaíba (PI), seguiram para São Luís. Eles ficarão detidos na sede da Polícia Federal do Maranhão, onde deverão prestar depoimento. Os acusados do roubo do veleiro foram identificados como: Zion Kubi Appiah, Simon Alta, Thomas Niketia, Ekokow Panyin, todos de Gana; e João Manuel Lopes da Cruz e Elvis Jorge Silva, ambos de Cabo Verde.

Publicada em 02/02/2010 no globo.com

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Código Penal pode prever crime de pirataria contra embarcação


Incluir no Código Penal brasileiro o crime de pirataria contra embarcação é o que prevê projeto do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) pronto para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. O texto (PLS 216/09) prevê reclusão de três a dez anos, além da pena correspondente à violência, para quem invadir ou seqüestrar embarcação com o fim de desviar seu curso ou subtrair bens, direitos ou valores.
Raupp diz que, no Brasil, é freqüente a ação de piratas contra embarcações, notadamente nos rios paraenses, praticadas por quadrilhas cada vez mais organizadas e que usam armamentos potentes. De acordo com o senador, a audácia é tanta que esses corsários atacam até comboios de várias embarcações, inclusive algumas que viajam protegidas por homens armados.- Os piratas humilham, espancam, matam e chegam até a estuprar durante a apoderação da embarcação.
O roubo de cargas é um dos modos de operação dos bandos que causa mais prejuízos. Afinal, grandes empresas transportam de Manaus (via Belém), para o resto do país, todo tipo de equipamento eletrônico e de informática - argumenta o senador.
Na justificação do projeto, o senador também afirma que a repressão à pirataria contra embarcação tem sido uma das preocupações do governo e dos usuários do transporte naval. E explica que pirata é o ladrão da navegação, seja no mar ou rio, que, sem autorização do Estado, pratica atos de desvio, depredação, assassinato, roubo ou sequestro.
Como exemplo de pirataria, Raupp disse que, em 2008, três balsas da empresa "Linave", que saíram de Manaus com eletroeletrônicos, componentes de informática e televisores, encalharam em frente à cidade de Barcarena (PA). Apesar da presença de seguranças armados e até de soldados da Polícia Militar, o senador diz que dezenas de ladrões saquearam as embarcações e levaram praticamente toda a carga, ocasionando alto prejuízo à empresa.- Em uma selvageria sem limites, os seguranças e tripulantes foram jogados na água. É de ver, portanto, que o transporte naval tem sido alvo fácil de ladrões, constituindo-se uma conduta autônoma. Propomos, portanto, a tipificação dessa conduta no Código Penal.
Fonte: Popa.com.br

Barquinho de apoio muito legal!

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Indomavelzinho