Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


terça-feira, 27 de julho de 2010

Opinião

Uma pessoa deixou esse comentário no meu post sobre a baleia que atingiu o veleiro na África do Sul, infelizmente não se identificou,mas eu gostaria de agradecer e dizer que concordo com a opinião dele.
"Um incidente... estes animais não costumam ter este tipo de comportamento... é por esta razões entre outras que não só as empresas de Whale Whatching deveriam seguir uma conduta de Observação de Cetáceos e saber um pouco acerca destes animais, como também todas as pessoas que possuem cartas e licenças de navegção uma vez que o mar é o habitat natural deles, nós os "intrusos" é que deveriamos saber analisar o comportamento deles e estar atentos ao que nos rodeia quando estamos a passear pelo habitat natural destes animais... infelizmente não podemos evitar este tipo de incidentes por duas grandes razões, ou porque as pessoas se aproximam deles curiosas e para poderem ver a beleza destes animais sem terem qualquer tipo de cuidado... ou porque simplesmente as pessoas não estao atentas ao que as rodeia... são animais que o comportamento é previsivel deste que nos apercebamos da presença deles a uma distância razoável... "

Ambientalistas atravessam o oceano para denunciar a poluição marinha


Terminou na Austrália, a aventura de uma equipe de ambientalistas. Eles atravessaram um oceano a bordo de uma embarcação ecologicamente correta.
Foi um projeto ousado. A equipe enfrentou ondas gigantes e tempestades no Pacífico num catamarã, um tipo de barco com dois cascos, feito com 12.500 garrafas pet. O objetivo da expedição era denunciar a poluição marinha.
A embarcação chegou no dia 26 de julho de 2010 à baía de Sydney, na Austrália. A aventura começou há quatro meses, em São Francisco, nos Estados Unidos. Foram 15 mil quilômetros até o destino final.
Postado no blog do veleiro Tupinambá

Entrevista com Amyr Klink

Entrevista com Amyr Klink no blog velejar catamarã


Brasileiros pelo mundo

Já são 35, os barcos com brasileiros girando pelo mundo. Veja no Radar em
http://wp.me/P9E59-EX

domingo, 25 de julho de 2010

Os 10 mandamentos do bom passageiro.

Fim de semana de sol e um amigo convida você, marinheiro de primeiríssima viagem, para um passeio de barco. Se não quiser criar nenhum constrangimento, fazer tudo certinho e ainda ser convidado muitas outras vezes para outros passeios com seu amigo (que, dependendo do que acontecer a bordo, pode até virar ex-amigo...), siga com atenção os 10 tópicos a seguir, que resumem bem o que todo convidado deve fazer ao entrar num barco. Veja o quê e por quê.

1 - Tire os sapatos – Barcos são como casas de japoneses: todo mundo deve entrar descalço. É uma questão de limpeza, porque barcos são brancos e esta cor não combina com solas de sapatos. Atenção especialmente às mulheres, porque salto alto no convés, nem pensar.

2 - Não leve o amigo junto – Barcos têm espaço limitado e o número de ocupantes não pode ultrapassar o máximo permitido. Imagine, então, se ele já estiver cheio e o último convidado a chegar for você e junto com um bando de amigos?

3 - Pergunte como funciona o banheiro - Banheiros de bordo têm truques, especialmente nas descargas dos vasos sanitários. Assim, antes de passar pelo constrangimento de ter que pedir ajuda numa situação vexatória, pergunte logo como a coisa funciona. É bem melhor antes do que depois.

4 - Não passe bronzeador... – Bronzeadores são oleosos e gordurosos. E nenhuma destas características combina com o casco branquinho dos barcos. Portanto, esqueça deles enquanto estiver a bordo.

5 - ...Mas abuse do protetor solar – Ao contrário dos bronzeadores, protetores solares são absolutamente obrigatórios em qualquer barco. A razão é simples: barcos se movimentam e isso gera vento, que mascara o calor. Mas o sol continua a queimar.

6 - Não exagere na bagagem – Barcos, como já se disse, têm espaços reduzidos. Por isso, não leve para bordo absolutamente nada além do estritamente necessário. E, ainda assim, acondicionado em pequenas sacolas ou bolsas macias, dessas que dá para acomodar em qualquer cantinho.

7 - Economize água – Barcos têm tanques pequenos, por isso é fundamental não desperdiçar água. Deixar a torneira aberta enquanto lava a louça ou tomar longos banhos são coisas que não se deve fazer nem em casa. Que dirá num barco.

8 - Previna-ve contra enjôo – Se você tem propensão e sentir algum tipo de mal-estar no mar, tome logo algum medicamento preventivo, antes mesmo de embarcar. Assim, você não estraga o seu passeio e o dos outros também, porque — lembre-se! — quando um vomita, todos vomitam.

9 - Ajude nas tarefas... – Num barco, sempre há alguma coisa a fazer para ajudar na navegação — seja soltar um cabo ou prender uma bóia. Especialmente nos veleiros, que sempre necessitam subir, descer e regular velas. Assim, na medida do possível, tente ajudar. Ou, pelo menos, se ofereça, caso necessário.

10 - ...Mas não faça o que não sabe – Na ânsia de querer ajudar na navegação, passageiros leigos muitas vezes acabam criando situações de risco a bordo. Portanto, só se meta a fazer o que sabe. E, se não souber, não tenha vergonha alguma de sempre perguntar ao comandante, que será sempre a única pessoa a ser ouvida a bordo.

Fonte: Náutica

Influência dos Descobrimentos na Linguagem



A origem da expressão "Te Agarra no Pincel!", remete aos séculos XV e XVI quando as naus não tinham vaso sanitário. Para alguns havia penico. Em caso de mau tempo as pessoas faziam as suas necessidades onde quisessem. Com bom tempo faziam sobre a amurada ou sobre uma prancha aí amarrada. Para a higiene, usavam a ponta desfiada ("o pincel") de um grosso cabo (corda) que era arrastado na água. Quando alguém caía ao mar, gritavam: "Te agarra no pincel!". Essa era talvez a única forma de se salvarem pois, as grandes naus, navegando só com ventos de popa, tinham muita dificuldade, ou simplesmente não podiam voltar atrás para recolher um náufrago. Salvou muitas vidas este "pincel".

Postado por Danilo Chagas Ribeiro no www.popa.com.br

Três no Mundo: Dia 21/07/2010 – Travessia Arraial do Cabo - Búzio...

Três no Mundo: Dia 21/07/2010 – Travessia Arraial do Cabo - Búzio...: "Dia 21/07/2010 – Travessia Arraial do Cabo - Búzios Amanheceu outro dia lindo e entramos pelo Boqueirão, entre muitas rajadas de ventos. Ten..."

sábado, 24 de julho de 2010

A comissão organizadora da REFENO 2010, emitiu nota esclarecendo alguns pontos importantes sobre a regata:


Caro velejador participante da XXII REGATA RECIFE-FERNANDO de NORONHA
Publicada em 23/07/2010
Fonte: Comissão de Regata
Faltando pouco mais de dois meses para a partida da XXII REFENO, gostaríamos de lembrar alguns pontos de importância fundamental para todos que estarão no evento. São eles:
1. Apesar de contar com 172 barcos pré-inscritos, apenas 138 efetuaram pagamento da inscrição até o dia 20 de Julho.
2. Algumas pessoas que estão participando pela primeira vez, têm perguntado se o pagamento da inscrição é para o barco ou é de cada tripulante.
Esclarecemos que a inscrição é INDIVIDUAL e que a lista dos comandantes e tripulantes inscritos é o documento oficial que é passado para Marinha e para a Administração da Ilha para pagamento das taxas de preservação ambiental.
3. Alguns também perguntam sobre o que acontece se existir um tripulante sem inscrição em um barco. Esta é uma situação que tem duas graves consequências.
A primeira põe em risco a segurança de todos que estão a bordo, já que em caso de uma emergência o número de tripulantes estará diferente da listagem da Marinha.
A segunda põe em risco a credibilidade da organização perante a administração da ilha de Fernando de Noronha, pois a mesma não receberá o pagamento das taxas de preservação que é realizada pela organização.
Uma ocorrência deste tipo tem como consequência a desclassificação sumária do barco com todos os tripulantes, independente das penalidades da legislação quanto a clandestinidade em Noronha.
Nos últimos dois anos tivemos ocorrências deste tipo inclusive com o lacre de uma embarcação efetuado pela Marinha.
4. Lembramos a todos que no próximo dia 28 de julho, o valor da inscrição aumentará para R$ 650,00 e depois do dia 1 de setembro passará a ser de R$ 800,00. As inscrições encerrarão no dia 12 de setembro de 2010.
Quaisquer esclarecimentos adicionais, entrar em contato com a secretaria da REFENO, pelo e-mail: secretaria@refeno.com.br ou pelo fone: 81 3428-4277
Bons ventos,
A Comissão de Regata.

Postado no Diário do Avoante 

Saiba por que o transducer te ajuda a navegar mesmo em águas escuras

No final de 2007, com a queda do avião da Gol, o Brasil foi apresentado ao transponder, aparelho de anticolisão aérea, vital para a segurança dos vôos. Pois, agora, está na hora de ser apresentado ao seu equivalente náutico: o transducer — que têm quase a mesma função, só que dentro d’água! O transducer foi criado para permitir ao dono do barco navegar com muito mais tranqüilidade e segurança, tendo a certeza de que não irá colidir com nada dentro d’água. Trata-se de pequenos sensores que emitem sinais para o fundo, onde são rebatidos e retornam ao ponto de origem. Os sinais viajam em forma de cone, fazendo leituras e identificando eventuais objetos suspensos, entre o fundo e a superfície. Tudo o que for encontrado aparece na tela da própria sonda, com tamanhos e profundidades. Ele capta até grandes peixes! Ou como você acha que os pescadores profissionais localizam os cardumes em águas turvas? De tamanho variado — há desde o porte de uma caixinha de fósforos até uma caixona de sapatos —, o transducer, a princípio, parece um equipamento simples de operar. Mas não é bem assim. Se instalado errado, pode trazer graves prejuízos, já que fornece também a profundidade. Mas essa é apenas uma das peculiaridades deste curioso equipamento para lanchas ou veleiros. Há outras mais. Confira aqui.


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Como observar satelites

Quer saber um pouco sobre satelites e saber como observa-los?
Visite o site http://sillas.ponta-negra.com/AstSat02.html

Marinha prevê mar agitado e ressaca na costa do NE


Grande parte do litoral nordestino deve ser afetada por ressaca e mar agitado a partir desta quinta (22), segundo informações do Serviço Meteorológico Marinho da Marinha do Brasil.
Para o trecho da costa baiana entre Caravelas e Salvador, a previsão é de que haja ressaca provocada por ondas vindas de sudeste, com até 3 metros de altura, até a tarde de sexta (23).
Já para a região da costa entre Salvador e Natal (RN), além da ressaca, que deve perdurar até o domingo, 25, esperam-se ondas de até 4 metros no mar alto.
Postado no Blog do @lotsemann

Baleia cai sobre veleiro na África do Sul

A foto deve ser montagem mas da uma boa idéia de como aconteceu

Surpresa de peso: baleia franca salta em cima de veleiro (Facebook)
Uma baleia franca de cerca de 40 toneladas atingiu no último domingo (18) um veleiro de 10 metros após saltar do mar na África do Sul.
Ralph Mothes, 59 anos, e Paloma Werner, 50, apreciavam o domingo de mar calmo ao largo da Cidade do Cabo quando foram surpreendidos pelo salto do cetáceo, que atingiu o mastro da embarcação em que estavam.
Um pouco antes do acidente, o casal havia visto a baleia, de cerca de 12 metros de comprimento, a uns 100 metros do barco, e pensaram que nada mais aconteceria.
“De repente”, disse Paloma, “ela estava bem ao nosso lado. Pensei que ela passaria por baixo mas, em vez disso ela saltou do mar.”

O barco sul-africano teve o mastro e o velame destruídos (Facebook)
Pedaços de pele e gordura encontrados a bordo sugerem que a baleia saiu ferida do encontro, ao passo que o barco teve o mastro e o velame destruídos no impacto.
Para Paloma, sua sobrevivência se deve ao fato de que o casco do veleiro é de aço, e não de fibra de vidro. ”Foi incrível, mas muito assustador.”
O casal, que dirige uma escola de iatismo na região, conseguiu retornar à terra usando o motor.
Postado no Blog do @lotsemann

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Ferrara retorna a Natal

Apos navegar cerca de 200 milhas em direção a Cabo Verde, os amigos do veleiro Ferrara tiveram problemas com o piloto automatico e tambem com um dos motores. Para não correrem riscos desnecessarios o comandante Jordi resolveu retornar a Natal, para realizar os consertos.
Estando aqui, aproveitamos para assistir juntos a vitoria da Espanha na copa do mundo regados a uma cachacinha e churrasco.

sábado, 3 de julho de 2010

Travessia Sint Maarten/Açores -a bordo do EPHÉMEROS

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O que fazer durante quase 19 dias a bordo de um barco com espaço restrito, no meio do nada, rodeado de céu e mar? Será que é monótono? Dá vontade de saltar do barco? Ficamos aborrecidos e impacientes?
Nada disso. Vejam como a coisa funciona:

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Alex Thomson começa treinamentos para ser o primeiro não-francês a vencer a Vendée

O novo Open 60 Hugo Boss, de Alex Thomson, de última geração, acaba de ir para a água. O grande sonho do velejador solitário britânico é ser o primeiro não-francês a vencer a regata Vendée globe. Nos próximos meses, Thomson vai passar muito tempo sozinho a bordo, testando seu barco e treinando. E, para se treinar para uma volta ao mundo, o programa é rigoroso. Ele já programou, além de velejadas de dias a fio no mar mediterrâneo, pelo menos uma travessia do Atlântico antes de partir para a linha de largada, na Espanha, em Dezembro.

Maior navio do mundo de combate à poluição chega aos EUA, mas ainda não pode operar

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Há mais de dois meses o afundamento de uma plataforma da empresa British Petroleum (BP) vem derramando, ininterruptamente, milhões de litros de petróleo no Golfo do México. A solução para a contenção da mancha de petróleo espalhada pela região poderá, no entanto, estar esbarrando na burocracia americana. A empresa Taiwan Maritime Transportation (TMT), enviou, por conta própria, ao local o A Whale, maior navio coletor de óleo do mundo, porém o início de suas atividades irá depender do bom senso do governo americano, já que a sessão 27 do código de marinha mercante, também conhecido como Jones Act, limita o trafego de navios em águas americanas a uma série de condições para privilegiar os navios e tripulações nacionais nas operações no litoral dos EUA.
“Um desastre em larga escala precisa de uma solução em larga escala” disse Nobu Su, CEO e fundador do grupo TMT, na tentativa de convencer repórteres e engenheiros que acompanham o caso. Com o comprimento equivalente a três campos e meio de futebol e uma altura de um prédio de dez andares, a TMN assegura que o A Whale pode recolher até 500 mil barris de petróleo por dia, o que equivale ao trabalho de todos os recolhedores de óleo que estão atuando na área afetada. Ainda segundo a TMN, o navio faria em uma semana o trabalho que todos os outros navios fizeram em 60 dias.
A capacidade de armazenamento do navio é de 2 milhões de barris, porém ele deverá armazenar “apenas” metade disto. A limitação, garante a empresa, é ambiental. O óleo é retirado da água através de garras implantadas nas laterais do A Whale e de lá é levada para tanques, que separam os dois elementos. O passo seguinte é transferir o óleo para navios menores, o que acabaria por devolver ao oceano parte do óleo já recolhido.

Apesar do otimismo de todos, esta será a primeira vez que o navio será usado em uma escala tão grande. Antes de partir para os Estados Unidos, foram realizados testes bem sucedidos com uma espuma, porém a TMN não sabe como o navio irá responder ao óleo e ao mar agitado.
Com medo de não conseguir a liberação do governo, a TMN contratou, em Washington, uma empresa de propaganda, que fará o contato com os órgãos federais e encabeçará uma campanha para conseguir apoio publico para pressionar o governo.

Maior navio de combate a derramamentos de oleo

Por Mariana Peccicacco para www.nautica.com.br