Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Como passar sob uma ponte com um veleiro

No vídeo a seguir, descoberto pelo Capitão Roberto Bruno Fabiano, do Veleiro Gaia, uma engenhosa tranposição de uma ponte, nos EUA, com 65 pés de vão livre pelo Alden58 Aratinga com 80 pés de altura ao topo do mastro. Fica aí uma dica...

PPostado no Blog do veleiro Tinguá

Ave Rara bate o Indigo e conquista o troféu Fita Azul da Refeno

Quatro tripulantes contra treze. Multicasco de 36 pés versus monocasco de 82 pés. A experiência de 14 edições em confronto com a estreia na competição. Na apertada disputa entre o pernambucano Ave Rara e o carioca Índigo, o primeiro levou a melhor por muito pouco e terminou conquistando pela terceira vez o prêmio Fita Azul da Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha. Comandando por Gustavo Peixoto, a embarcação de Pernambuco cruzou a linha de chegada na Ilha exatamente 25h19min12seg depois de deixar o Marco Zero. Já o barco comandado por Ivan Botelho, concluiu a travessia em 25h57min59seg.
Favorito desta 23ª edição da Refeno, o Ave Rara havia conquistado o prêmio também em 2010, com Gustavo Peixoto, e em 2004, com Vicente Gallo. Este ano o mar estava estava mais tranquilo do que no ano passado o que ajudou os velejadores. "Foi muito legal. A gente encontrou com ele por volta das 8h e ficou quase até a chegada disputando o Fita Azul. Eles deram muito trabalho", explicou Guga. O comandante pontuou ainda que o bom tempo fez com que dessa a disputa mais detalhada tecnicamente; tudo foi minuciosamente pensado e executado.
Tripulante do Índigo, o campeão olímpico Torben Grael comemorou o objetivo atingido: eles conseguiram bater o recorde entre os monocascos, que era do Kea Uno, que fez 28h27min45seg, em 1998. "A gente diminuiu o recorde em 2h30. Está ótimo para o objetivo que a gente tinha e por ser a primeira regata do barco. Nada quebrou. Tudo funcionou bem", afirmou ele que acumula cinco medalhas olímpicas, sendo o maior campeão da história vela.
A distância percorrida do Recife até Fernando de Noronha é de 300 milhas náuticas (545km). O recorde da competição é ostentado pelo veleiro baiano Adrenalina Pura, que em 2007 realizou a travessia em 14h34min54seg.
Na tarde do ultimo sábado, partiram 60 embarcações, que vão continuar chegando até a terça-feira. Cerca de 600 velejadores deverão desembarcar em Fernando de Noronha, transformando a Regata no maior evento do calendário da ilha.
A festa da premiação está marcada para a quarta-feira (28.09) no porto do arquipélago. Serão distribuídos troféus para as três primeiras colocações das onze categorias e seus subgrupos, bem como premiações inusitadas, como o Tartaruga Marinha - para o penúltimo lugar, por ter vencido o último – e os prêmios de barco com maior número de tripulantes femininos, tripulação procedente de local mais distante do Recife, o tripulante mais velho e o tripulante mais novo.
Os 3 primeiros barcos a chegar em Fernando de Noronha foram:
Ave Rara Lubrax Multi C, com tempo real de 25:19:12h
INDIGO Aberta A, com tempo real de 25:57:59h
Congere Aberta A, com tempo real de 31:04:59h
Fonte: REFENO

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Gatos a bordo: pode parecer estranho, mas esses bichinhos são companheiros incríveis

Velhos marujos já levavam felinos em seus barcos. Hoje, muitos confirmam: gatos são animais ideais para se ter a bordo

Foto: Arquivo pessoal

Eles invadiram os lares, como animais domesticados, em tempos remotos, coisa de quase 10 mil anos atrás. Na mesma época, os marinheiros descobriram que os gatos podiam ser bons aliados nos barcos. Caçavam ratos, por exemplo. E mais. Não davam trabalho e ainda distraíam os solitários homens do mar. Surgiram, então, crenças a favor. Os japoneses acreditam até hoje que ter um gato a bordo é como um amuleto contra a má sorte. Além deles, a boa fama dos gatinhos entre os marinheiros também aumenta. Sobretudo, entre os velejadores que moram a bordo de seus barcos. E com um bichano de bicho de estimação.
As principais razões que fazem dos gatos "petmarinheiros" ideais são as características físicas e de comportamento destes animais. Leves, de pequeno porte e com corpo bem flexível, eles esbanjam equilíbrio e têm sentidos aguçados. Em 2008, a velejadora Izabel Pimentel fez uma longa viagem pela costa brasileira tendo como única companhia a bordo o seu gatinho Petit Eric. "Ele se adaptou com muita rapidez ao mar e desenvolveu uma incrível capacidade de diferenciar ruídos, como um navio passando por perto", conta a velejadora, que é fã ardorosa dos bichanos.
Outra qualidade destes felinos e que agrada bastante aos moradores embarcados é que, embora estejam sempre atentos, gatos não fazem barulho — ao contrário de cachorros, que latem e podem comprometer bastante a convivência com vizinhos nas marinas. Mas, e como fica aquela história de que gato não gosta de água? A veterinária Giovana Mazzotti, fundadora da Sociedade Brasileira de Felinos, revela que, para a surpresa de muita gente, todos os gatos são exímios nadadores embora, de fato, poucas raças gostem de se molhar. No entanto, são seres que se habituam facilmente aos balanços do mar. Além disso, são muito higiênicos, o que é particularmente bom no caso dos barcos. "Os cuidados com a limpeza dos gatos são de causar inveja em qualquer outro ser de quatro patas", afirma Giovana.
Pequenos, ágeis, silenciosos, limpos, independentes e ardorosos fãs de um bom peixe... Um animal assim parece mesmo perfeito para se ter num barco. E, quem tem, garante que não é preciso nem buscar distrações para eles a bordo: a simples movimentação de cabos no convés já basta. Preocupação? Só uma: gatos têm certa dificuldade em se adaptar a novos ambientes e podem se perder, com certa facilidade, em novos portos ou marinas, porque precisam de uma referência fixa, para achar o caminho de volta para casa. Que pode, muito bem, ser um barco, claro.

Foto: Arquivo pessoal

Izabel e Petit Eric

Izabel e Petit: um caso de amor
A velejadora Izabel Pimentel é fã de gatos e conta como foi viajar com Petit Eric, seu gatinho de estimação: "Um gato só traz alegria para bordo. No cruzeiro que fiz com Petit Eric, todas as manhãs ele vasculhava o deque atrás de peixes voadores trazidos pela noite anterior. Mas, corria para a cabine, se surgissem golfinhos... Também adorava ficar junto ao guarda-mancebo, vendo o movimento das ondas. À noite, pedia para ir ao "banheiro", uma caixinha de areia que ficava do lado de fora da cabine. Tinha muita facilidade em lidar com o desequilíbrio que os barcos causam. Mas, o melhor mesmo era o sorriso que ele me provocava a todo instante. Não poderia ter escolhido melhor companhia."

Por Amanda Denti,para Náutica

O importante é satisfazer o desejo de navegar!

Nessa foto o Cristiano mostrou que é um garimpeiro, pois, achar esse veículo aquático não é pra qualquer um.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Turismo Náutico: Conciliando desenvolvimento e sustentabilidade

 

 

Aconteceu nesta terça feira em Natal, o simpósio, Turismo Náutico: Conciliando desenvolvimento e sustentabilidade, promovido pela Fecomércio. Os palestrantes Axel Grael, presidente do Instituto Grael e Ricardo Moesch, coordenador geral de serviços turísticos do Ministério do Turismo, falaram a respeito da Marina de Natal, o turismos náutico em veleiros de cruzeiro e o terminal de passageiros para o turismo em transatlânticos. Assuntos que renderam calorosos debates. Axel Grael falou da importância dos projetos sociais voltado para a vela e o sucesso do Projeto Grael. Até o Projeto Navegar, que já foi implantado em Natal e não teve continuidade, foi assunto do simpósio da Fecomércio, não tendo ninguem de Natal para aproveitar a presença de pessoas com um grande potencial para faze-lo acontecer, como o presidente do instituto Grael, o representante do Ministério do Turismo e outras autoridades. Axel Grael falou da importância do Projeto Navegar na área social e da necessidade dele acontecer não apenas como uma escolinha de vela, o objetivo maior é transformar a vida de crianças carentes e desassistidas abrindo-lhes novos horizontes.

Parabéns a Fecomércio pela iniciativa.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Estudante britânico cria bicicleta à vela

Invento de jovem de 19 anos já está sendo vendido por R$ 8 mil e pode chegar ao mercado americano.
O estudante britânico Ned Aufenast, de 19 anos, criou um invento pioneiro, uma bicicleta movida à vela.
Inicialmente, a bicicleta do jovem da cidade de Suffolk não passou de um protótipo, construído para um projeto de faculdade e que custou pouco mais que o equivalente a R$ 100.
Ciente de que uma empresa na Holanda estava desenvolvendo veículos semelhantes, o britânico se aproximou deles e passou a criar modelos para a companhia, que estão sendo comercializados na Europa.
As bicicletas à vela já estão sendo vendidas ao equivalente a R$ 8 mil e Aufenast tem planos ambiciosos de lançá-las no mercado americano.
Fonte: G1; Foto: BBC

Flores dos ares para a velejadora

Gente fantástica


No último final de semana ocorreu uma cena inusitada no Rio Guaíba, nas proximidades de Porto Alegre.
A Comandante Christina Tina Silveiro recebeu flores em seu veleiro Libertad, fundeado próximo à Ilha das Pombas, em Itapuã.
O piloto Bolivar Bully Anoni pousou seu ultraleve anfíbio junto ao veleiro e fez a entrega de um buquê de rosas para a ex-comodoro do Clube Náutico Itapuã. Foi um gesto muito bonito do piloto para a velejadora que fez por merecer.
Em junho passado, Tina velejava no Rio Guaíba próximo à Ponta do Arado quando viu a aeronave de Bully fazer um pouso forçado. Presumindo que havia algo errado, Tina foi ao encontro do ultraleve danificado e prestou auxílio. Em seguida, rebocou o ultraleve por mais de 10 milhas náuticas até o Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre. Durante o reboque, Tina emprestou um cobertor e roupas ao piloto que batia queixo de tanto frio em pleno inverno gaúcho.
"Quando o nosso socorro tiver que vir pelos ares, tenho certeza que poderemos contar com ele", disse emocionada a inveterada velejadora que já prestou inúmeros resgates no Rio Guaíba.
Que gente fantástica!
Danilo Chagas Ribeiro, no Popa

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Velejador é encontrado morto em praia da França

O velejador francês Jean-Marc Allaire, 34 anos, foi encontrado morto na manhã da última segunda-feira, na praia de Lège-Cap-Ferrat, sudeste da França.
Poucas horas antes, o barco do atleta, um Mini 650, foi visto navegando à deriva por um pesqueiro. No mesmo instante, as buscas foram iniciadas, porém, sem resultado positivo.
A forma como ocorreu o incidente ainda não está clara. O que se suspeita é que Jean tenha caído ao mar enquanto o veículo estava em piloto automático.
O francês estava inscrito disputada Transat 650, que largará de La Rochelle, na França, dia 25 de setembro, com destino ao Brasil. O acidente aconteceu justamente no momento em que Jean-Marc transportava seu barco para La Rochelle. Todos os inscritos devem estar com seus barcos no porto de largada até esta quinta-feira, dia 15.
Fonte: Terra, postadono Popa

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Vida de velejador

 

Levar vida de velejador é muito bom, mais requer boas doses de paciência, tranquilidade, boa vontade, perseverança, desprendimento e umas cervejinhas geladas para variar.

A palavra economia é a primeira do dicionário do velejador. É através dela, que tiramos boa parte da inspiração para levar essa vida meio nômade.

Num veleiro, temos que mudar quase todos os conceitos que estamos acostumados em terra. Tudo tem que ser regrado, pesado e medido. E a água é um dos itens que recebe maior atenção. Ficar sem água é um problema e saber dosar, o gasto, é uma das tarefas principais.

Os banhos devem ser rápidos é com o mínimo de água possível, principalmente em viagens e travessias. Na lavagem de louças e roupas, muitas vezes, usa-se água salgada para ensaboar e um pouco de água doce para enxaguar. Tudo em busca de economia e de manter a tranquilidade a bordo.

Quando estamos em ancoragens com difícil acesso a água doce e pretendemos passar mais uns dias desfrutando do local, temos mais é que economizar. O desperdício pode ser a gota d’água para um motim a bordo.

Banhos demorados, com direito a xampu e condicionadores, somente em dias de festa a bordo. Isso, se o comandante tiver com muito bom humor e a tripulação for merecedora. O difícil é conter a ira da ala feminina.

Alguns barcos têm boa capacidade de armazenagem e outros ainda têm máquina que transforma água salgada em doce, mas mesmo assim a turma não relaxa quando o assunto é economia.

Em certas velejadas os banhos são tomados com água salgada e enxaguados com água doce. Alguns sabonetes líquidos fazem espuma na água salgada, facilitando o banho. O segredo é enxugar o corpo antes de a água salgada secar no corpo, para evitar a sensação da pele espinhando. Esses segredos nem passam pela cabeça de quem vive em terra, nem passava pela nossa, mas tivemos que aprender e acostumar.

Ter consciência econômica é o primeiro mandamento do velejador e isso não se resume apenas a água. Comida, roupa, calçado, energia, combustível, espaço, equipamento, dinheiro, conforto e tudo mais. Nada pode passar despercebido para quem quer ter uma tranquila vida a bordo de um veleiro.

Às vezes, em conversas com pessoas que tem a pretensão ou o sonho de comprar um barco e dar uma volta ao mundo. Fico escutando as idéias que eles fazem do barco ideal. Barcos com ar-condicionado, água quente, televisão, banheira, micro-ondas, fogão seis bocas, motor turbinado, acima de 40 pés e com o que há de mais moderno em equipamentos eletrônicos.

Sei que cada um tem sua condição e seu sonho, mas, na maioria das vezes, tudo não passa de conversa de palhoção. São pessoas que leram algum livro náutico, assistiram a um filme sobre vela, tem muita teoria, nenhuma prática e nenhuma disposição para abandonar o conforto de uma boa casa ou um bom apartamento, em prol de um veleiro apertado e que nunca deixa de balançar.

Reconheço que um barco confortável é o primeiro passo para uma viagem ou para servir de morada durante alguns anos de nossa vida. Porém, um barco confortável passa muito longe de todos os clichês inventados por algumas teorias.

Podemos ter conforto tanto num barco de 21pés como em um de 100 pés. Tudo vai depender de como se pretende levar a vida no mar. Não é nenhum ar-condicionado ou 40 pés que vai trazer mais ou menos conforto. O que vale é a tranquilidade que se vai ter a bordo. Uma cama sequinha e macia. Um barco fácil de comandar. Boa ventilação na cabine. E uma boa companhia. Isso sim são coisas que trazem muito prazer e muita disposição de se continuar navegando.

Como economia é a palavra chave nesse artigo e no mundo náutico essa palavra não é bem assimilada por construtores e fabricantes de equipamentos, antes de comprar o barco do sonho ou o último modelo saído do estaleiro da onda, vale à pena adquirir um barquinho pequeno e com ele aprender os segredos do mundo náutico, entre eles, como viver durante uma semana com 100 litros de água.

Nelson Mattos Filho. Velejador

Texto pirateado,link acima

Esses tiveram uma segunda chance

Pescador resgatado depois de sete dias no mar 

O pescador potiguar Francisco Januário de Souza, 61 anos, foi resgatado depois de passar sete dias e oito noites em alto mar, depois de cair de uma embarcação. Clique aqui e veja a matéria completa. fonte: tribuna do norte e foto de: emanuel amaral

Náufrago de veleiro nadou 30 milhas por 9 horas

O comandante de um veleiro de 42 pés foi jogado na água por uma onda, a 30 milhas da costa em St Agostine, Florida, EUA.
Junto com o comandante Brian Jeffery Oliver, de 45 anos, foi para a água também uma pequena geladeira que o ajudou a flutuar por 9 horas até chegar à praia "nadando cachorrinho".
Outros dois tripulantes estavam a bordo. A notícia não informou por que eles não o resgataram, se por não saberem velejar ou devido à intempérie.

Mulher é resgatada após cair de navio à noite no Mar do Norte

Britânica passou de 20 a 30 minutos nas águas gélidas.
Uma mulher britânica foi resgatada após cair de um navio durante a noite nas águas gélidas do Mar do Norte, na segunda-feira.
A mulher de 23 anos de idade, que não foi identificada, passou de 20 a 30 minutos na água até ser resgatada.
A embarcação em que ela viajava, a Princess Seaways, partiu do Reino Unido e tinha a Holanda como destino.
Foram utilizados um helicóptero e dois botes salva-vidas para retirá-la das águas revoltas em meio à escuridão total.
Ela foi levada para um hospital, onde se recuperou e foi dispensada nesta quarta-feira.
Um dos integrantes da equipe de resgate afirmou que ela teve muita sorte de ter sobrevivido, devido às baixas temperaturas da água.
Por sorte, a mulher foi vista rapidamente após ter caído no mar pelos demais passageiros, que notificaram a tripulação.
Ela corria risco de sofrer hipotermia, mas não aparenta ter sofrido danos sérios.
Fonte: BBC; Foto: BBC

Pense numa pescaria arretada!

Pescador tem o peixe roubado por um tubarão

Match Race. Será esse o futuro da vela de competição?

Assim como o voley, basquete , futsal e voley de praia, esportes que não eram tão apreciados pelo grande publico por falta de uma maior divulgação nas midias,  tiveram que se adaptar em termos de tempo de duração total e espaços de tempo durante os jogos para inclusão de comerciais, a vela acredito que para obter mais divulgação, patrocinio e visibilidade tambem tera que se adaptar, e, creio que a melhor formula sera o sistema de match race, uma competição entre dois barcos iguais com uma regra simples, cruzou a linha de chegada na frente ganhou, e que se realiza sempre o mais perto possivel da orla. Que tornará possivel a intalação de arqibancadas em praias ou nas margens de rios  para uma maior paticipação do publico e divulgação de patrocinadores. Nessa sequencia de fotos que foi postada no Popa é possivel ver a disputa acirrada entre os barcos, e a proximidade que é possivel obter do publico com a regata.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Encontro de velejadores para comemorar o 7 de Setembro

Os velejadores do Iate Clube do Natal, reuniram-se neste 7 de setembro para comemorar a data da Independencia e aproveitar para botar o papo em dia, com um gostoso churrasco timoneado pelo Nelson Mattos, nosso timoneiro oficial de churrasqueira.

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Equipe de resgate consegue libertar baleia encalhada em praia de Florianópolis

 

Animal estava preso em banco de areia da Praia do Pântano do Sul desde quarta-feira

Acabou na tarde desta quinta-feira o drama da baleia franca juvenil que estava encalhada na Praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, desde a madrugada de quarta-feira. O animal se prendeu a um banco de areia e precisou ser rebocado por uma embarcação da Marinha para voltar a nadar em liberdade.
O mamífero foi avistado por um pescador às 6h de quarta. Às 10h, chegaram os primeiros ambientalistas para o resgate. Mas no decorrer do dia todas as tentativas de remoção do animal de seis metros de comprimento falharam.
Nesta quinta, a equipe de resgate usou a mesma técnica: amarrou cordas no corpo do animal e o puxou com uma embarcação; a diferença é que, na nova tentativa, o grupo usou uma embarcação mais potente e a maré estava cheia.
Centenas de pessoas acompanharam o resgate, e muita gente ficou emocionada ao ver a baleia nadando outra vez. A espécie vem ao Litoral de SC nesta época do ano para ter filhotes.

Materia de Zero Hora

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Marinha treina navegador amador na Baía

Com a ajuda de um helicóptero, a Capitania dos Portos da Bahia resgatou ontem com vida um homen que estava à deriva nas águas da Baía de Todos os Santos. A equipe de reportagem desta Tribuna acompanhou de perto a operação de salvamento, a abordo de uma embarcação da Marinha.
Foram minutos de muita tensão, cenas impressionantes, mas tudo não passou de uma simulação de resgate, uma das atividades práticas previstas no IX Simpósio de Segurança do Navegador Amador, evento promovido pelo comando do 2º Distrito Naval e que aconteceu de sexta (02/09) a  domingo (04), no Hotel Golden Tulip, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador.
“O nosso objetivo é transmitir conhecimentos de segurança e discutir as normas que regem a navegação de esporte e recreio. Ainda ocorrem muitas imprudências e invasão às áreas destinadas aos banhistas”, explicou o comandante do 2º Distrito Naval, vice-almirante Carlos Autran de Oliveira Amaral, salientando que muitos adeptos da navegação amadora desconhecem regras e procedimentos básicos de navegação, colocando em risco a sua vida e de outras pessoas.   
Conforme o capitão dos portos da Bahia, capitão-de-mar-e-guerra Paulo Fernandes Baltoré, 10 mil embarcações de esporte e recreio navegam pela Baía de Todos os Santos, dentre as quais 2 mil Jet skis, que passaram a ser adquiridos para a prática do lazer em maior intensidade nos últimos anos e podem representar risco aos banhistas, se o condutor não respeitar as normas de navegação. “Registramos 40 novos acidentes com embarcações de esporte e recreio a cada ano, e praticamente a metade envolve
Jet skis”, destacou. 
Dirigido a navegadores amadores, estudantes e profissionais do setor, o simpósio contou, em seu primeiro dia, além do resgate ao náufrago por meio de aeronave, com outros exercícios educativos no mar da Baía de Todos os Santos, como resgate a náufrago por meio de embarcação, atracação e desatracação de embarcações, navegação com visibilidade restrita, abandono de embarcação e uso de sinalização e pirotécnicos.
Um helicóptero e dez embarcações da Capitania dos Portos participaram das atividades: três navios varredores, um navio corveta, um navio patrulha, quatro lanchas, uma delas balizadora, e o navio aviso de patrulha Dourado, no qual embarcaram a equipe de reportagem desta Tribuna e de outros veículos de imprensa.
As operações ocorreram próximo à Ilha de Itaparica, numa área distante 17 quilômetros da Capitania dos Portos, na Conceição da Praia, em Salvador, de onde partiram as embarcações, às 11h20. Nelas, além da tripulação da Marinha, estavam 110 dos 200 inscritos no simpósio, evento realizado pela primeira vez em uma cidade do Nordeste do país e que contou com palestra do famoso navegador Vilfredo Schurmann, no sábado (3), e aplicação gratuita de prova para quem quisesse obter habilitação de navegação amadora, no domingo (4), das 14h30 às 17 horas.
A bordo do navio corveta Caboclo, Alexandre Guimarães Poderoso, 22 anos, estudante do 8º período do curso de Engenharia de Pesca da
Universidade Federal de Sergipe (UFS), classificou os exercícios da Capitania dos Portos como “de extrema utilidade” para quem pretende, um dia, atuar no campo da navegação. “Está sendo uma experiência única”, comentou.

Materia de Rodrigo Vilas Bôas para Tribuna da Bahia

 

sábado, 3 de setembro de 2011

Comandante de trawler brasileiro sofre infarto no Canadá

O comandante Dadi, do trawler brasileiro de 50 pés "Jade", que partiu de Porto Alegre em 2006, sofreu infarto do miocárdio em Peterborough, Ontario, Canadá, até onde foram navegaram. Sua esposa Denise relatou assim o ocorrido:
"Ficamos um longo período sem atualizar o diário de bordo... Na manhã do dia 09, pouco antes de partirmos, Dadi sentiu um desconforto bastante grande no peito. Chamamos um taxi e fomos rapidamente para a emergência do Hospital de Peterborough. Depois de vários exames realizados e um cateterismo veio a confirmação do diagnóstico: um infarto do miocárdio. Dadi foi transferido ao Centro Cardiológico de Toronto, o maior do Canadá e um dos melhores centros de referência mundial neste assunto. Foi tratado, ficando internado por longos 8 dias. Após a alta hospitalar, voltamos a Peterborough e ao JADE. Dadi foi orientado a fazer repouso por mais três semanas e instruído a uma série de exercícios de recuperação além da medicação que deve tomar. Voltamos a Toronto há 2 dias para nova reavaliação. Após a realização de novos exames o comandante foi liberado para retomar a viagem sem, entretanto, fazer muitos esforços físicos. Diante dessa intercorrência que atrasou nossa viagem em mais de um mês mudamos um pouquinho nossos planos: terminaremos o percurso do Trent Severn e deixaremos o Jadeinvernando numa marina em Penatenguishene. Essa cidade fica no final do canal e na entrada de Georgian Bay. Optamos por evitar correr riscos de saúde e de sacrificar o passeio por esta região. Retornaremos a navegar na próxima temporada de verão (maio do próximo ano), pelo que dizem ser o local mais bonito do Canadá e do Great Loop também. Neste interim, o comandante terá tempo suficiente para estar plenamente recuperado".
Fonte: Projeto Jade para o Grupo [POPA]

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Barco que ficou à deriva em Salvador é retirado da praia da Barra

Remoção ocorreu na noite de segunda-feira (29), na orla da capital baiana.
Foi retirado da praia da Barra, em Salvador, na noite de segunda-feira (29), o veleiro Salmo 33, que se desprendeu de um cais no bairro do comércio, no domingo (28), e acabou viajando à deriva pela Baía de Todos os Santos.
A embarcação foi parar nas pedras próximas ao Farol da Barra. Com a força das ondas, o veleiro ficou bastante danificado e se partiu. No início da noite de segunda, um caminhão com um guincho fez a remoção da embarcação, que ficou destruída.
De acordo com Marcelo Procchini, especialista em manutenção náutica e coordenador da operação de remoção, o veleiro se desamarrou por volta das 4h do domingo, percorreu à deriva o Comércio até o Rio Vermelho e depois voltou para a Barra.
A proprietária do barco, a dentista Sônia Tonussi, conta que o barco fica estacionado próximo ao Mercado Modelo, em uma coita (bloco de concreto no fundo do mar), como os demais, e que só soube que ele estava à deriva através da ligação de uma amiga, que passava pela Barra por volta das 9h do domingo.
A embarcação tem 12 anos, não tem seguro, e o preço atual de mercado está na média de R$ 100 mil, conforme explica Nelson Tonussi, marido de Sônia.
De acordo com a tenente Fernanda Barbosa, da Capitania dos Portos, está sendo aberto um inquérito para investigar as causas do acidente. Segundo a oficial, a partir da decisão da autoridade responsável pelo julgamento, poderá ser comprovado um auto infracionário, com possibilidade de multas para os responsáveis. Ainda de acordo com a tenente, a retirada da embarcação é de inteira responsabilidade do proprietário.
Fonte e foto: G1

Desvirando um 100 pés

Video mostra equipe de resgate desvirando o veleiro Rambler 100 durante a  regata Fastnet 2011, na costa da Irlanda.