Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


domingo, 31 de janeiro de 2010

Tipos de Barcos

É interessante conhecer alguns tipos de barcos, pois quem não fica na duvida quando se fala em um Ketche ou um Iole não é mesmo?
Pois ai vai um bocado de modelos que eu nem sabia que existiam e que encontrei no site www.eboat.com.br


GALERA
BARCA
LUGRE
LUGRE-PATACHO
LUGRE-BARCA
LUGRE-ESCUNA
CLIPPER
BRIGUE
POLACA
BRIGUE-ESCUNA
PATACHO
SUMACA
ESCUNA
PALHABOTE
IATE
CAÍQUE
CUTTER
KETCHE
IOLE
SLOOP

Glossário Náutico

Hoje vou postar um glossário náutico, para que possamos estar por dentro de certos nomes com os quais não temos muita intimidade.

Abotucadura - Ponto aonde venha se fixar um ovem ou brandal ao casco.
Acuteladas - Velas com muita barriga.
Adernar - Inclinar a embarcação.
Adernar - Inclinar a embarcação para um dos bordos
Adriça - Cabo que serve para suspender (içar) as velas e as bandeiras.
Aduchar - Deixar um cabo bem arrumado.
Aguentar - Parar de puxar.
Aguentar sobre volta - Prender passando no cunho mas, aguentando na mão.
Alheta - Ponto aonde se juntam o costado e o espelho de pôpa.
Amantilho - Fixa o pau de spinaker ou a retranca para cima.
Amarra - Corrente ou cabo que liga a âncora ao barco.
Amuras a Bombordo - Quando o lado de Bombordo é o que recebe o vento (Barlavento)
Amuras a Boreste - Quando o lado de Boreste é o que recebe o vento (Barlavento)
Arribar - Girar a Proa no sentido de afastá-la da linha do vento (contrário de orçar)
Árvore Seca - Navegação "sem velas" quando o vento está muito forte
Asa-de-Pombo - Disposição das velas em lados opostos quando se navega com o vento pela popa
Barlavento - A direção de onde vem o vento (contrário de sotavento)
Bicha ou Downhaul - Cabo usado para tensionar a valuma da vela
Boca - A parte lateral mais larga de uma embarcação
Bochecha - Parte da embarcação entre a proa e o través
Bolsa de Tala - Reforços costurados a vela usados para acomodar as talas
Bombordo - O lado esquerdo da embarcação quando se está olhando para a proa
Bordejar - Velejar contra o vento usando uma série de cambadas
Boreste - O lado direito da embarcação quando se está olhando para a proa
Brandais - Cabos de aço estendidos lateralmente até o topo do mastro, que impedem o seu movimento para os lados
Burro - Dispositivo usado para puxar a retranca para baixo
Caçar - Puxar as escotas
Cambar - Girar a Proa através da linha do vento, mudando as velas de lado
Cana de Leme - A alavanca que controla o leme
Catracas - Um dispositivo mecânico ou elétrico usado para aumentar a capacidade de puxar um cabo
Cockpit - Espaço na parte de trás da embarcação onde se localizam os seus comandos
Cruzeta - Reforço lateral em forma de cruz fixada ao mastro onde se apóiam os brandais
Cunho - Peça fixada ao convés usada para amarração de cabos
Cunningham - Olhal (ilhós) instalado na testa da vela grande usado para tensioná-la
Dar um Jaibe - Girar a Popa através da linha do vento, mudando as velas de lado
Escotas - Cabos usados para controlar as velas. "Caçar" é puxar esses cabos trazendo a vela para a linha de centro do veleiro e "Folgar" é soltá-los, deixando a vela se afastar dessa linha de centro
Estai de Popa - Cabo de aço estendido entre a popa e o topo do mastro que impede o seu movimento para frente
Estai de Proa - Cabo de aço estendido entre a proa e o topo do mastro que impede o seu movimento para trás
Esteira - Borda de baixo
Esticador - Dispositivo usado para tensionar os estais e brandais
Filado ao Vento - Condição em que a embarcação aponta a proa diretamente para o vento sem seguimento ou governo
Folgar - Soltar as escotas
Forras de Rizo - Dispositivo (olhais e cabos) usado para reduzir a vela quando o vento está muito forte
Fuzil - Dispositivo que conecta os estais e brandais ao convés ou casco
Garlindéu - A junção que une a retranca ao mastro. Funciona como um elo giratório que permite a retranca mover-se para cima, para baixo e de um lado para o outro
Genoa - Vela triangular usada na proa
Guarda-Mancebo - Proteção de cabos de aço ao longo da borda da embarcação
Leme - Um dispositivo com a forma de uma chapa, localizado na popa do barco e que serve para governá-la
Mastreação - Conjunto de mastros, retrancas, estais, brandais e demais peças que suportam as velas
Mastro - Perfil vertical que suporta as velas e a retranca
Mestra ou Vela Grande - Vela principal montada no mastro maior
Moitões - Conjunto de roldanas que servem para guiar cabos numa direção desejada ou para compor conjuntos para a redução de esforço
- Medida de velocidade da embarcação equivalente a uma milha náutica por hora ou 1,852 quilômetros por hora
Olha - Argola de metal usada para reforço
Orça Fechada - Velejar o mais próximo possível da linha do vento em direção contrária a este
Orça Folgada - Velejar num ponto entre a orça e o través
Orçar - Girar a Proa na direção do vento (contrário de arribar)
Outhaul - Cabo usado para tensionar a parte de baixo da testa da vela
Panejar - Movimento da vela de balançar irregularmente quando se solta demais a escota ou quando a proa do barco aponta para a linha do vento num ângulo menor do que a orça fechada
- Medida equivalente a 12 polegadas ou 30,48 cm
Popa - Parte de trás da embarcação
Popa Rasa - Velejar com o vento soprando na mesma direção da embarcação
Poste de Guarda-Mancebo - Poste vertical que suporta cabos de aço ao longo da borda da embarcação
Proa - Parte da frente de uma embarcação
Púlpito - Armação de tubos usada para proteger o velejador durante as operações na proa da embarcação
Punho da Adriça - Topo da vela (Local onde é presa a adriça)
Punho da Amura - Parte (canto) de baixo da vela
Punho da Escota - Local onde é presa a escota
Quilha - Um peso sob a forma de uma barbatana, fixado na parte de baixo do casco do veleiro, que serve para impedir o abatimento lateral da embarcação e contribui para a sua estabilidade
Retranca - Perfil horizontal usado para prender e estender a esteira da vela grande
Rizar - Reduzir a área vélica quando o vento está muito forte, dobrando-a sobre a retranca (vela grande) ou enrolando-a no estai de proa (genoa)
Sotavento - A direção para onde vai o vento (contrário de barlavento)
Spinnaker ou Balão - Vela de Proa muito leve e grande usada com ventos de popa até o través
Storm-Jib - Pequena vela de proa, muito resistente, usada com ventos muito fortes
Talas - Tiras de plástico ou madeira que atuam enrijecendo a vela e mantendo uma forma desejada. Contribuem também para evitar o panejamento da valuma
Testa - Borda da frente
Través - Velejar com o vento perpendicular em relação ao rumo da embarcação
Través Folgado ou Alheta - Velejar num ponto entre o Través e a Popa Rasa
Valuma - Borda de fora da vela
Vento Aparente - A velocidade e direção do vento anotadas por um observador que se move em uma embarcação.
Vento Verdadeiro - A velocidade e direção do vento anotadas por um observador estático

Postado no site www.eboat.com.br

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Homenagem ao Capitão dos Portos


 Foi um grande encontro de amigos a Quarta-Feira no Iate Clube do Natal. O familia de velejadores se reuniu, dessa vez mais cedo, para homenagear o CMG Comandante Vasconcelos que deixa o posto de Capitão do Portos do RN e dar boas vindas ao novo comandante, CF Alan Kardec(na foto ao lado abraçados pelo Comodoro Alberto Serejo). Aproveitando o espetáculo do Projeto Pôr-do-Sol do Potengi, um show de música e poesia, que acontece toda Terça, Quarta e Quinta-Feira na vanranda do clube, a tarde foi de muita festa, brilho e muito bate-papo. Mais uma vez a familia de velejadores mostrou toda sua força e união.

Postado por Nelson Mattos no Diario do Avoante

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Natacão em Ponta Negra

Pra quem gosta de esportes de mar, vamos prestigiar esse evento, no proximo dia 07 de feveriro vai acontecer em Ponta Negra uma prova de natacão em mar aberto,com promessa de um grande numero de participantes.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Noticias do Planckton

Recebi  noticias do Planckton
Oi Antonio,

Já estamos em Grenada.

A travessia foi tranquila. Só uns dois dias que balançou um pouco mais.

Vamos tentar mandar um relato esta semana.

Guarde uma náutica para nós!!

Grande abraço

Fabio Cecilia e Igor

Fraternidade em Natal

Estava em Natal, com partida prevista para essa manha de 26 de janeiro, o veleiro escola Fratenidade do velejador baiano Aleixo Belov,com o qual pretende dar mais voltas ao mundo levando desta vez, jovens brasileiros para transmitir a eles o que aprendeu, e dividir com eles a felicidade que o mar lhe proporcionou.


Para acompanhar a viagem acesse o diário de bordo do Fraternidade   

domingo, 24 de janeiro de 2010

Regata ou Cruzeiro?

Os dois mundos da Vela de Oceano são compostos de objetivos diferentes. O mundo das REGATAS e o mundo dos CRUZEIROS só têm dois pontos em comum: utilizam barcos à vela e velejam pelo oceano. Barco e oceano são o básico pra estes mundos, por isso são comuns, mas isso é tudo e o demais tem diferenças grandes.
O mundo das REGATAS exige performance, velocidade, materiais leves e fortes, eletrônicos com tecnologia específica pra competições, barcos com projetos pra desempenharem seu papel de puro sangue, tripulantes profissionais/atletas e muito dinheiro. Nas regatas deve-se agir e pensar como esporte, como atleta e como vencedor. Neste mundo quem quer participar deve investir tempo e dinheiro. Por isso, acredito, que no Brasil ainda é um esporte pra poucos (mais ou menos 20mil pessoas participam de regatas no Brasil, país com 183,9 milhões de habitantes segundo censo do IBGE de 2007 e uns 8.000 km de comprimento). Vejam Florianópolis, uma ilha com várias praias e SOMENTE um clube náutico...absurdo....!! Vamos adiante. Um barco de regata tem pouco conforto, é veloz e é fabricado com as últimas tecnologias disponíveis.
O mundo dos CRUZEIROS exige conforto, segurança, materiais resistentes, eletrônicos fáceis de utilizar, barcos projetados para haver habitibilidade, tripulantes com conhecimento de velejar mas não atletas e menos dinheiro a investir que pra regatas. Nos cruzeiros deve-se agir e pensar sem ter tempo e prazo de chegar a algum lugar.
Então regata é performance, velocidade e ganhar o jogo; cruzeiro é conforto, habitabilidade e velejar sem pressa.
Indico alguns livros escritos por profissionais e muito experientes velejadores.
Dave Perry e Gary Jobson falam de regatas, suas técnicas e suas regras.  Dave comenta e explica em seu livro as regras de se competir na vela de oceano e Gary também explica técnicas de como melhorar a performance em regatas. São leituras fundamentais para quem quer ganhar em regatas. Sites associados aos autores: http://www.ussailing.org/ e http://www.jobsonsailing.com/.

Livros essenciais:




Jimmy Cornell fala sobre cruzeiros e seu site é o http://www.noonsite.com/ . Jimmy é um experiente velejador que durante muitos anos promoveu travessias do Oceano Atlântico, Indico, Pacífico e Mediterrâneo. também realizou voltas ao Mundo e expedições solitárias na Antartica e no Ártico. Com estas experiências ele escreveu livros para facilitar a vida de cruzeiristas. Ele é referência mundial no assunto.
Seus livros essenciais:


Para quem quer saber sobre regatas ou cruzeiros estas leituras são essenciais.

Estes 2 mundos têm seus objetivos distintos, mas ambos são muito bons de se viver.

Postado em veleiro Best fellow

Pescadores encontram veleiro Splics trancado e à deriva em Angra dos Reis

 



O veleiro Splics está em frente à Ilha da Cavala
Pescadores encontraram na tarde desta sexta-feira, dia 15, um veleiro de nome Splics derivando em Angra dos Reis. O veleiro, de cerca de 30 pés, está trancado e não possui identificação do porto de origem no casco. É possível que ele tenha se desprendido de sua poita e derivado pela baía de Ilha Grande até ser encontrado e rebocado até uma poita localizada em frente à Ilha da Cavala, onde deve ficar nos próximos dias até que o dono apareça para pegá-lo de volta.


postado em revista Nautica

sábado, 23 de janeiro de 2010

Aquecimento global: farsa descoberta



A indústria do aquecimento poderá resfriar
Danilo Chagas Ribeiro
17 Jan 2010
Ninguém duvida que a ação do homem tem trazido prejuízos consideráveis ao planeta, mas há anos alguns cientistas vêm afirmando que o Aquecimento Global não é causado pelo homem, ou melhor, afirmam que o aquecimento global não existe. O polêmico assunto esquentou bastante no final do ano passado com a divulgação de uma notícia bombástica pela imprensa de todo o mundo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Luto entre os velejadores de cruzeiro... Perdemos Hamilton Grassi, comandante do veleiro Piatã.



Antonio Borges, Raul Carneiro, HAMILTON GRASSI (ao centro), Paulo Teixeira e Alexandre Martins - REFENO 2007.
O comandante Hamilton Grassi, Veleiro Piatã, faleceu nesta segunda dia 18 de janeiro, às 14:45h. A grande família cruzeirista se entristece nesta hora. Hamilton era paulista mas, residia a muitos anos em Fortaleza, CE.
Desejamos muita força para a família Grassi.
Mais sobre o comandante e seu veleiro  e no blog do Hélio do Maracatu.
Colaboração: Silvio Ramos, Veleiro Matajusi (ABVC).


sábado, 16 de janeiro de 2010

Ultimas noticias direto do diario de bordo do velejador THOMAS KREMER.

Diário de Bordo

Noticias frescas do projeto Navegando o Brasil, para saber mais de um click no link.
12/01/2010 - 14:28
Hoje de manhã tentamos colocar o "mock up" da peça nova no barco, e ela ainda vai passar por umas modificações para melhorar a montagem e desmontagem. Com ele pronto vamos decidir apenas se será feita em alumíno naval ou fibra de carbono. Depende do custo envolvido. Agora teremos dois tubos de 10 cm de diâmetro segurando as amas laterais. A fixação será visivel por baixo do deck lateral do barco e será muito mais simples, sem peças encobertas por acabamento. Esses dois tubos serão "abraçados" pelo trampolim drenante que terá duas alças de tração por baixo. Assim a estética não fica comprometida, mas a segurança vem em primeiro lugar. O barco vai ficar entre 60 e 80 Kg mais leve, dependendo do material que vamos usar.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Encontro das quartas,churrasco e um papo com o Geronimo.

Ontem aconteceu mais um encontro dos velejadores de Natal, como é de praxe colocou-se em dia a conversacom um churrasquinho "pilotado" pelo Nelson e "orquestrado" pela Lucia.
Tivemos a oportunidade de conhecer ou reencontrar o velejador argentino Geronimo Saint Martim que nos passou um pouco da sua experiencia de estar levando um catamara Tiki38 de Portugal para o Uruguai. Ele nos contou tambem algumas passagens de sua aventura de 10 anos indo de Buenos Aires ate a latitude 80º e 24' N e 12º 42' E abordo do veleiro La India de apenas 20 pés.

Tiki 38                       La India

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Preparando o Avoante


Hoje o veleiro Avoante dos amigos Nelson e Lucia esta recebendo uma nova pintura de fundo e amanhã deve estar indo para a agua para se preparar para nova viagem que deve acontecer antes do final deste mes.
O Avoante deve estar ancioso para sair para o mar , ha muito tempo que ele não ficava  mesma atracação por um periodo tão longo.
Bons ventos ao Avoante

Nada se cria tudo se copia!

O amigo Helio do Maracatu, esbanja não a criatividade mas a copiatividade nessa sacada para aplacar o calor do Rio de Janeiro!

"Sabe aquela musica da Fernanda Abreu que diz “Rio 40 graus, Cidade maravilha, Purgatório da beleza, E do caos…” ou Marina Lima cantando que “vem chegando o verão, o calor no coração”? Pois eu digo: o verão aqui é um sol de rachar coco, de derreter asfalto, um calor da porra, no coração, na alma e no corpo todo!
A tarde deste domingo foi a mais quente do ano na cidade do Rio de Janeiro, até agora. A temperatura às 15 horas chegou aos 38,7ºC na Praça Mauá, no centro do Rio, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia. A temperatura real do ar chegou aos 39ºC. Dentro de um barco sem ar condicionado, na areia ou nas pedras do calçadão das praias, a sensação térmica é de 45ºC.
Pois então saiba: seus problemas estão longe de acabar! O Climatempo avisa que na quarta e na quinta-feira, o Rio de Janeiro poderá registrar os 40ºC, pela primeira vez este ano. A última vez que os termômetros bateram nos 40ºC foi no dia 22 de novembro. E a Marina Bracuhy, em Angra dos Reis, onde vou ficar ainda por uns tempos, sempre acompanha a capital em seus arroubos calientes.
ArCondicionadoPor sorte a mamãe-noel comprou meu presente natalino no ultimo inverno e instalei-o ontem. Um condicionador de ar de janela, de 5.600 BTU/h, devidamente acoplado à gaiúta em cima da sala.
Adeus suor. Se a gente não aprende a conviver com o suor, a gente morre. Desidrata, a cabeça dói, nem se consegue fazer sexo. Ontem dormi como um anjo. Hoje ao acordar a temperatura dentro do barco, todo fechado e sem mosquitos, estava em 22ºC. Exagerei.
E para velejar? Se o destino for perto vai amarrado aí mesmo. Se for longe é só guardar no box, um armário de 1,50mx2,00m que temos na marina (a maravilhosa maquina resfriadoura pesa só 22kg).
Quer saber onde me inspirei para fazer tão engenhosa instalação? Clica aí para ver.

ArCondCarro
A foto, pesquei na web, não sei aonde. Se souber o autor, avise que dou o credito.

Postado por Helio Viana no Blog do Maracatu

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Garanta seu veleiro bem atracado no cais.

Parar um barco não é uma tarefa tão simples quanto parece. Afinal, este tipo de transporte não possui um freio como nos automóveis que, com um simples acionamento, paralisa. Por isso, mesmo sendo habilitado pela Marinha, convém, antes de soltar as amarras pela primeira vez, lembrar como se faz para atracar um barco a vela.
Cintia Knoth, tetracampeã brasileira e campeã sul-americana da classe 470 e, atualmente, professora de navegação, explica que tanto os barcos a vela quanto os que possuem motor devem procurar atracar na direção contrária ao vento. Este último também tem a possibilidade de realizar a atracação contra a correnteza, portanto é só verificar qual condição está mais favorável. Lembrando que nos locais onde há outras embarcações por perto, o espaço para a manobra talvez seja pequeno e pode ser difícil tentar realizá-la novamente. Então, é importante estar atento a este detalhe.


A especialista cita outras medidas que os velejadores devem cumprir: As defensas (protetores contra colisões) devem estar posicionadas para que o barco não se choque com o cais e até mesmo com outras embarcações. Também, os cabos (espias) já devem estar posicionados na proa e na popa para facilitar na hora de arremessá-los para alguém em terra ajudar; se houver outras pessoas no barco, elas devem estar sentadas para facilitar a locomoção de quem está realizando a atracação e para que elas não corram o risco de se desequilibrar e cair e verifique o ângulo de aproximação entre a proa e o cais. O ideal é que ele seja de 45º graus. Se a proa tiver perpendicular, não conseguirá atracar direito.
No geral, os acessórios utilizados na atracação de um veleiro são: defensas (de acordo com o cumprimento do barco), cabos (que devem ter flexibilidade e estar de acordo com a capacidade/peso) e as luzes de navegação. Cíntia lembra: a adriça (cabo para içar as velas) deve estar desembaraçada e, dependendo da altura do cais, arriada para não ocorrer um choque.
Nelson Falcão, gerente de náutica da Marina da Glória, no Rio de Janeiro, dá orientações gerais para atracação, que podem ser utilizadas por embarcações de diversos modelos e porte.
• Verifique se o local onde irá parar é protegido (se não bate muito vento ou se não é próximo a arrebentações);
• Certifique-se em que tipo de fundo (lama, cascalho, pedra…) irá atracar para que possa usar a âncora certa. Se não for adequada, a embarcação não vai ficar bem presa;
• Se a embarcação tiver calado, é necessário atracar em um local com profundidade. Caso contrário, correrá o risco dela encalhar;
• Não esqueça de observar se os cabos estão bem dimensionados para o peso do barco e se estão em perfeitas condições de uso;
• Procure fazer atracação em locais bem estruturados;
• Consulte as cartas náuticas ou, sempre que possível, peça informações de pescadores da região.
Materia postada no site www.buscanautica.com.br

É preciso viajar!

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”
Amyr Klink

Pirangi vai ser o Point!

Pirangi promete ser o Point da vela neste verão.
Alem dos Kitesurfes que frequentam aquela praia ja algum tempo, vamos ter nossa galera instigada dos hobie cats agitando por lá tambem.
Ja confirmaram presença Augusto,Bira, Reginaldo,Leo,Marcelo,Judson,Estefano,Flàvio.
Tai uma turma animada e na qual se pode confiar para fazer bonito por lá.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Barco à toa



“Toa”, em linguagem náutica, é um cabo utilizado para reboque de embarcação pequena (como o veleiro Carumbé na foto ao lado). Diz-se que a embarcação que está sendo rebocada está “à toa”, isto é, puxada “através da toa”. Daí derivou a expressão ”à-toa”, para significar “inútil”, ”sem objetivo”, ”sem vontade própria", "sem nada para fazer", “puxado por alguém ou alguma coisa”.
Aurélio Buarque de Holanda sugeriu que toa pode ter por origem "tow" [tou], que em inglês significa rebocar.


materia do www.popa.com.br

Mais uma bandeira a bordo?


Em 23 de dezembro de 2009 o Presidente da República sancionou a lei 12.157, obrigando o hasteamento da bandeira do Mercosul junto à bandeira do Brasil. A alteração é extensiva aos navios (marinha mercante), considerando o que diz a lei 5.700, alterada por esta de dezembro último. A lei entrará em vigor em 45 dias da publicação.
O uso da bandeira nacional em embarcações de esporte e/ou recreio não está associado às leis acima. A obrigação do uso é ditada pela NORMAM - Normas da Autoridade Marítima, da Marinha do Brasil.
Espera-se que a Marinha não estenda a obrigação do uso da bandeira do Mercosul às embarcações de recreio, até por uma questão de segurança, já que o mastro da bandeira precisaria ter mais do que o dobro do comprimento, o que em embarcações de pequeno porte, a exemplo de lanchas e outras, poderia representar um obstáculo em torno de 50cm maior a bordo.
Assim como as embarcações miúdas estão dispensadas pela NORMAM do uso da bandeira nacional, esperamos que a Marinha dispense o uso da bandeira do Mercosul nas embarcações de recreio, de modo geral.


materia do www.popa.com.br