Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Catamarã Inflavel

Essa eu pesquei no blog do Bira Carratu,Velejar Catamarã

Para quem quer um barquinho para se divertir, chegou uma proposta inovadora e de custo um pouco alto ainda, mas que acredito que irá baixar. AIRKAT é um catamarã construido em alumínio com flutuantes infláveis, fácil de montar e com um design inteligente, pois possibilita o transporte dele em um porta-malas de carro. Pelo que lí no site dele , em 20 minutos e sem utilizar ferramentas ou peças pequenas que podem ser perdidas ele estará pronto para uma navegação divertida.

Com 180cm. de comprimento e 35cm. de diâmetro dos flutuantes o peso do barco não ultrapassa os 45 kgs.

Para saber mais, e quem sabe comprar aqui no Brasil, utilize o link abaixo:
info@airkat.com.ar

www.airkat.com.ar

Tel.: 11 3208-4500

Como funciona uma âncora

Pra quem como eu sempre teve curiosidade a esse respeito,taí o video pra mostrar!

Como fazer uma âncora de mar,Drogue, voce mesmo.

 
Como fazer uma âncora de mar,Drogue, voce mesmo.

Veja como fazer um Drogue, ancora de mar,de forma facil e descomplicada. O video é em ingles, mas é facil de aprender só pelo visual.
Fica parecido com um desfile de aguas-vivas em fila unica, e é feito de varios cones de tecido de velas, ligados a cada 20 cm. ao longo de uma longo cabo.
Mais informações http://www.sailrite.com/Series-Drogue-Cone-Kit-100-Cones

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Uma das maiores conquistas de engenharia do planeta, Canal do Panamá passa por ampliação

 

Em 2014, poderão cruzar o canal navios com até 12,3 mil contêineres

Uma das maiores conquistas de engenharia do planeta, Canal do Panamá passa por ampliação Marcela Duarte/Agência RBS

Terceira maior fonte de recursos do país, o canal repassou US$ 1,043 bilhão ao governo em 2011Foto: Marcela Duarte / Agência RBS

Conhecer a economia panamenha é ver um país em ebulição. O país cresce rapidamente, e a capital, Cidade do Panamá, pulsa, movida pelo desafio de ser não apenas referência em transporte marítimo, mas também principal ponto de ligação aérea das Américas. Para tanto, há obras por todos os lados, e a maior parte será inaugurada em 2014, quando coincidem o fim do mandato do presidente Ricardo Martinelli e o centenário do Canal do Panamá.

O canal recebe investimentos tão grandes quanto os indicadores de crescimento do país de 3,5 milhões de habitantes, cerca de um terço da população do Rio Grande do Sul. A injeção de verba na ampliação do Canal do Panamá, uma das obras prometidas para 2014, deve somar US$ 5,25 bilhões. Para comparar, o investimento nos principais portos nacionais acumulado foi equivalente a U$ 3,5 bilhões
Em infográfico, veja como funciona o Canal do Panamá

Como a obra permitirá a passagem de navios maiores, a taxa média cobrada deve saltar dos atuais US$ 200 mil a US$ 350 mil para mais de US$ 500 mil, por possibilitar a passagem de navios com mais do que o dobro da capacidade atual.

A partir de 2014, poderão cruzar os 80 quilômetros que ligam Atlântico e Pacífico embarcações que comportam até 12,3 mil contêineres, os chamados Postpanamax. Hoje, as maiores têm capacidade para 5 mil contêineres. Essa ampliação será possível com a construção de novas eclusas – elevadores de água por onde os navios chegam ao Lago Gatún, a meio caminho entre os oceanos, 26 metros acima do nível do mar. O novo sistema reaproveita 60% da água utilizada na operação.

Terceira maior fonte de recursos do país, o canal repassa US$ 1,043 bilhão ao governo em 2011. As duas principais são a Zona Franca de Colón, segunda maior do mundo, e a atividade bancária. Ambas, no entanto, devem tanto vigor à movimentação que o canal atrai. Em 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) panamenho cresceu 10,5%, e a projeção para este ano é de 7,5%.

Até 2014, outras obras de infraestrutura deverão ser concluídas, como um aeroporto em Rio Halo, cidade a uma hora e 40 minutos do centro da capital. No ano passado, o país recebeu mais de 2 milhões de turistas, um crescimento de mais de 30% sobre 2010. Mas o maior impacto para o turismo deve vir com reformas no centro antigo. Prédios históricos no chamado Casco Viejo, como o Teatro Nacional, devem ser revitalizados.

Por

Marcela Duarte, para Zero Hora

Governando sem leme

Achei no Popa este post muito interessante escrito pelo Carlos Altmayer Gonçalves (Manotaço) e resolvi compartilha-lo com os leitores do meu blog, espero que gostem, pois um dia pode ser util.


Cedo ou tarde o navegante irá se deparar com esta situação, ou com a necessidade de rebocar uma embarcação sem governo, a receita é a mesma.
No ano de 1979, corremos a regata Buenos Aires - Rio de Janeiro no "Carina". Após a regata, passamos uma semana em Angra dos Reis e, zarpamos para Ganchos -SC. Tripulação: Paulo Heck, José Paulo Ilha, Ângela Bohrer, Jorge Hillmann e C.A.G. Zarpamos de Parati, passamos a Ponta de Juatinga e aproamos para Ganchos, com forte vento Leste, a tradicional "Lestada suja", com chuva. Na madrugada do dia seguinte, já na altura de São Francisco do Sul, perdemos leme e skeg. Simplesmente desprenderam-se do casco. Durante este dia velejamos com storm-jib e try-sail, usando um pau de spi como remo de popa. Conseguimos chegar perto da costa ao entardecer, quando lançamos âncora de mar.

No dia seguinte, calmaria, não conseguimos governar o barco. Felizmente, uma traineira passou por perto e, vendo nossos sinais, aproximou-se. Sugeriu rebocar-nos para Piçarras. Passaram-nos um pneu de caminhão para colocar a reboque, com o fim de firmar o barco no reboque. Foi amarrado com um cabo em pé de galinha, uma ponta em cada cunho de popa, segundo instrução dos pescadores. Disseram que até poderíamos governar o barco desta maneira, o que comprovamos assim que iniciou o reboque. Assim que chegamos a Piçarras, tratamos de conseguir um barco que nos levasse a Itajaí.

Os pescadores que fizeram este segundo reboque, procederam da mesma forma que os primeiros, não só quanto ao pneu, como também não aceitaram retribuição alguma pelo trabalho e despesas. Era carnaval, desatracaram o barco em Itajaí, com toda a tripulação e namoradas, fomos a Piçarras, que fica a cerca de uma hora de navegação, retornamos com o Carina a reboque e atracamos a contrabordo do "Anhembi", do mestre "Doda", que junto com o "Anhanguera", do mestre Zico, pescavam em "parelha". O reboque foi feito pelo primeiro. Durante os dias que estivemos atracados em Itajaí, fazendo o leme de fortuna que nos levaria a Porto Alegre, fomos "adotados" por estes pescadores e suas famílias. Foi uma lição de vida, este contato que tivemos com estes companheiros do mar, a quem causava espanto o fato de que nós fazíamos isto por prazer, velejar pelo oceano.

Esta história foi narrada na revista "Vela e Motor", creio que de setembro de 1979. num artigo de Carmem Ballot.
Jamais esquecemos a lição prática do "arrasto" na popa. Anos mais tarde, perdemos o leme do "Garça", num dia de Minuano, na altura da Ponta Grossa. Retornamos ao Veleiros do Sul a reboque do "Ewaldo Ritter", com os colchonetes amarrados à popa do "Garça".

Poucos dias atrás, "garimpando" na Yachting Brasileiro, encontrei esta ilustração:
É tão bem feita que dispensa comentários. Não é raro vermos colegas passando por apuros em reboque, por desconhecerem tão simples solução.

 

Carlos Altmayer Gonçalves-Manotaço

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Navio de 400 mil toneladas chega ao Porto de Tubarão, em Vitória

O Porto de Tubarão, em Vitória, recebeu na terça-feira (31/01) um navio de 400 mil toneladas. O Vale Rio de Janeiro é o maior navio transportador de minério do mundo, segundo a Vale. A embarcação conta com 362 metros de comprimento e 65 metros de largura e veio à Vitória para o carregamento de minérios. Nesta quarta-feira (1), ele embarca para o Porto de Sohar, em Omã.

A empresa informou que estuda desde 2008 manobras com navio deste porte na baía de Vitória. Para receber o Vale Rio de Janeiro, os portos precisam passar por adaptações e procedimentos específicos. Além de Tubarão, no Espírito Santo, vários outros portos na Ásia estão sendo preparados para receber esses navios.

Com o apoio técnico da Capitania dos Portos do Espírito Santo, um simulador foi usado para estudar o comportamento do navio durante as manobras. Assim, foi possível analisar e conhecer as condições de navegação, garantindo a segurança de toda a operação.

Do G1 ES

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Um dia daqueles!

 

Um final dramático para a Regata Phuket Kings Cup de 2010, na Tailândia

Construção do Green Nomad

Para quem se interessa em construção amadora de veleiros, essa é uma boa oportunidade. Poder assistir a todo o processo de construção do veleiro Kiribati 36, Green Nomad, um projeto do escritório Roberto Barros Yacht Design , só clicando  na imagem acima.