Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


quarta-feira, 14 de março de 2012

Desleixo público no Rio Guaíba

Falta de sinalização adequada e de garantias de solução em obra pública geram inquietação na comunidade náutica gaúcha
Danilo Chagas Ribeiro

 

 

É de pleno conhecimento de quem trafega pelas águas do Rio Guaíba o tremendo desleixo com que vem sendo tratado o tráfego aquaviário em decorrência das obras do Projeto PISA, conduzidas pelo DMAE - Departamento Municipal de Águas e Esgotos, da Prefeitura de Porto Alegre. Enormes bancos de areia foram criados em área de tráfego intenso de embarcações sem a devida sinalização. Além da falta de sinalização adequada, a falta de garantias do DMAE de que irá espalhar os bancos de areia tem atormentado a comunidade náutica gaúcha.
Previsão não realizada, falta de verba e falta de garantias
Em outubro passado, o Diretor do Projeto PISA/DMAE, eng Valdir Flores, informou ao Popa.com.br que "o material dragado, conforme previsto em projeto, deverá retornar ao preenchimento da vala e reaterro do tubo de modo natural,em torno de 30 a 90 dias". No início de dezembro passado, o diretor-geral do DMAE, eng Flavio Presser, previu o início do espalhamento dos bancos para janeiro deste ano. Já em reunião na Delegacia da Capitania dos Portos em Porto Alegre, a 15 de dezembro passado, o eng Valdir Flores informou que no contrato com a empreiteira não há verba destinada ao espalhamento dos bancos, apesar do contrato indicar preço unitário para tal serviço. Adiantou também que seria necessário buscar aprovação de termo aditivo contratual para angariar verba extra a fim de contratar o espalhamento dos bancos de areia.

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