Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


terça-feira, 24 de abril de 2012

Luto para o mundo do mergulho, morre o Cap. Falco

Albert Falco, ex-capitão do Calypso, o conhecido navio oceanográfico do explorador e pesquisador francês Jacques Cousteau, morreu aos 84 anos, neste sabado, 21 de abril de 2012, em sua residência de Marselha, sul da França.

Após ter mergulhado nas célebres "calanques", as colinas de pedra calcária da costa de Marselha submersas no Mediterrâneo, Albert Falco integrou em 1952 a equipe do Calypso como mergulhador.

Rapidamente contratado por Cousteau, só deixou essa aventura humana e científica em 1990, para se aposentar, na época, como capitão do popular barco da série de documentários.

Em 1955, esse mergulhador desempenhou um grande papel no filme de Cousteau e Louis Malle, "Le Monde du silence" (O mundo do silêncio), Palma de Ouro em Cannes um ano depois. Albert Falco participou, nos anos 60, de várias experiências em "missões" nas profundezas do oceano.