Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


sábado, 3 de abril de 2010

Parece mas não é

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Parece um super encalhe ou então um naufrágio eminente, mas não é. O veleiro acima navega imbicado desse jeito mesmo, como se quisesse, a todo custo, descer para as profundezas do mar.
Em 2007 o artista parisiense Julien Berthier achou um casco abandonado e o transformou em uma obra de arte que, dizem, foi vendida por algo em torno de £50 000. Ele cortou a proa do barco e colocou uma quilha a 45º. Dá pra notar que um veleirinho transformado em arte agrega muito valor, né?
O Love Love, de 6,50 m, foi exposto em várias galerias e já navegou a motor na costa da Normandia e no Canary Wharf, no rio Tâmisa, em Londres.

Essa é daquelas garimpadas que só o Helio do Maracatu descobre!