Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


domingo, 12 de setembro de 2010

Capitania dos Portos do ES resgata velejador à deriva desde quinta-feira

Velejador baiano é resgatado no litoral do Espírito Santo
Travessia em solitário de Rio Grande a Salvador
O médico baiano Jayme Vital, 55 anos, foi resgatado em alto mar, no litoral do Espírito Santo, por um navio da Marinha do Brasil na madrugada desta sexta-feira . O Navio-Varredor Araçatuba, voltava do Rio de Janeiro em direção a Bahia, quando foi acionado pelo Salvamar Brasil, para realizar o salvamento do velejador baiano, morador em Itaparica.
De acordo com informações da assessoria de comunicação do 2º Distrito Naval, Jayme Vittal é um velejador experiente e proprietário do Veleiro Punga, que se encontrava ao sul de Abrolhos, a 80 milhas náuticas (150 km) ao note de Vitória, em situação crítica, com risco de afundamento.Ele realizava, sozinho, a travessia da cidade do Rio Grande, no Rio Grande do Sul a Salvador.
Sua aventura teve início no dia 7 de julho, passando por muitos sustos e desafios, que culminou, durante a pernada Vitória – Abrolhos, por volta das 23:00hs do dia 09, quando o veleiro perdeu o leme, peça do barco que permite dar a direção, ficando no meio do oceano sem controle de rumo.
Através do seu rádio de bordo, Jayme Vittal contatou a Marinha do Brasil
que realizou as primeiras ações para o socorro, acionando o navio Araçatuba que se encontrava na costa do Espírito Santo. Parentes que moram em Itaparica também deram o alerta na Capitania dos Portos do Estado da Bahia, em Salvador.
Após 12 horas de exaustivas buscas, com mar muito forte, o navio da Marinha, NV Araçatuba, encontrou o veleiro com o navegador muito abatido psicologicamente, cansado, com uma costela quebrada e sem condições de estabelecer o governabilidade do seu barco, em função da ausência do leme, falta de energia elétrica e dos rasgos no casco.
Jayme Vittal recebeu primeiros socorros ainda no navio que fez o resgate do navegador, e foi levado em segurança até o porto de Vitória (ES).
Fonte: Jornal Correio; Fotos: Marinha do Brasil/Divulgação

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