Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Sem controle, dívida da vela causa lamentos e já põe 2016 em risco

Débito com Governo bate R$ 100 milhões, impede novos patrocínios e ameaça evolução do esporte, que deu 16 medalhas olímpicas ao país
Além de ver a iminente saída da classe Star da agenda olímpica no Rio-2016, a vela brasileira tem outro motivo ainda mais contundente para se preocupar: a Confederação Brasileira da modalidade acumula cerca de R$ 100 milhões em dívidas, especialmente com o Governo, e vem enfrentando dificuldades para angariar novos acordos de patrocínio.
Ex-presidente da entidade, o iatista Lars Grael, duas vezes medalhista de bronze em Olimpíadas, lamentou o cenário e resumiu o que tentou fazer há quatro anos.
- É um capítulo triste da vela brasileira. Um esporte com 16 medalhas olímpicas (seis de ouro) está com uma inadimplência permanente. Quando assumi, em 2007, constatei a dívida e fomos nos reunir. O valor era exorbitante, não havia meios para saná-lo. No dia seguinte, convocamos uma assembleia geral para começar as intervenções - disse.
Carlos Martins, atual mandatário da Confederação Brasileira de Vela, lembrou que o Comitê Olímpico Brasileiro está tentando equacionar o problema, para que exista autonomia em busca de investimentos. Mas a situação não é simples.
- Esse suporte é muito pouco, o COB tem interesses prioritários, é normal. E a Confederação de Vela está ligada às classes brasileiras. Principalmente as iniciais, como a Optimist, a Laser e a 420 - explicou Aldévio Leão, secretário da classe Optimist.
Embora já haja uma pré-definição da equipe que vai a Londres, no ano que vem, e o Brasil siga como um dos grandes favoritos, com Robert Scheidt, Torben Grael, Marcelo Ferreira e companhia, para as Olimpíadas de 2016 as novas gerações já estão correndo riscos.
Fonte: SporTV.com; Foto: Jorge Albrecht Filho

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