Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Tripulação de pesqueiro de Cabo Frio sobreviveu bebendo a própria urina

Ressaca pode ter causado o desaparecimento dos pescadores que ficaram mais de 20 dias à deriva no mar
Embarcação wiltamar 3 foi encontrada na ultima segunda-feira, em Santa Catarina
Nos últimos 40 dias, o Rio passou por quatro grandes ressacas e isso pode ter sido um dos motivos para que a embarcação com seis tripulantes ficasse mais de 20 dias à deriva, no mar.
A embarcação Wiltamar 3 foi encontrada na ultima segunda-feira (27) perto de um navio mercante italiano, o Marola, próximo à divisa dos Estados de Santa Catarina e do Paraná, a quilômetros de Cabo Frio, cidade de onde partiu. Para sobreviver, a tripulação teve que beber a própria urina. Na foto acima, pescadores são recebidos por familiares no Rio.
Para o comandante da Capitania dos Portos Walter Bombarda e o proprietário do barco, Pedro Gilson, é provável que o sistema de rádio e transmissão tenha sido danificado e por isso não havia contato desde o dia 6 de junho.
Zenildo de Oliveira Pacheco, de 31 anos, responsável pelo pesqueiro, desembarcou em uma maca, totalmente fragilizado, e desnorteado. Ele dizia ter passado 45 dias à deriva e não tinha forças nem para andar.
Gleice da Silva Pacheco, esposa de Pacheco, estava bastante preocupada com o estado de saúde de seu marido.
- Ele está muito fraco, não pode falar. Estou preocupada, ele precisa de tempo para se recuperar.
Durante o desembarque dos náufragos, o comandante Bombarda não resistiu e chorou.
Os italianos trouxeram os tripulantes até a cidade do Rio, onde foram transferidos para uma lancha da capitania dos portos.
O pesqueiro foi deixado em alto mar e provavelmente dentro de alguns dias irá afundar.
Fonte: R7; Foto: João Pedro Lazanha, postado no Popa