Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Mano’s III vence Arrancadão a Vela em Florianópolis



Dinâmica competição agitou as águas da Baía Sul em tarde de muito sol


A segunda edição da Meia Milha de Arrancada a Vela, também chamada de Arrancadão, reuniu vários veleiros na Baía Sul de Florianópolis nesta agradável tarde ensolarada de sábado (7 de agosto), com vento constante de nordeste, soprando com rajadas de até dez nós (18 km/h). A correria foi geral: sete regatas de meia milha (900 metros) cada em menos de três horas de competição, a partir do meio-dia, com um descarte.

Menos de 15 minutos depois de o último barco cruzar a linha de chegada era dada a nova largada. Mano’s III, comandando por Alexandre Back, venceu três regatas e ficou em segundo em outras três, garantindo a vitória com nove pontos, embora muito próximo do seu principal rival. Revanche, do comandante Celso Faria, campeão da primeira edição do evento, também conquistou três primeiros lugares, só que teve um segundo e dois terceiros lugares, somando 11 pontos. “A brincadeira é muito boa, e só não ganhamos todas as regatas, porque preferimos não forçar muito”, fala o campeão Back.


O bicampeão da Semana de Vela de Ilhabela na classe BRA-RGS C, Zephyrus/Tempo, de Tarcísio Mattos, somou 14 pontos , com uma vitória, dois segundos e três terceiros lugares. Apesar de ter a bordo uma tripulação de peso, o Oulala, de Guilherme Bernard, terceiro colocado na edição anterior, desta vez terminou em quarto: “Gostei muito de participar e aviso que vou preparar meu Vendaval V para o próximo Arrancadão”, anunciou Edmar Nunes Pires, que emprestou seu talento ao barco do amigo.

Os estreantes Maskote, de Kriz Sanz, e Cresta, de Sérgio Sevillano, vieram depois, mas não se importaram em chegar atrás: “Foi muito legal, porque os barcos da RGS correram de igual para igual com os da ORC. E também foi a primeira vez que ergui a vela balão, a pedido do meu filho”, conta o comandante do estreante Cresta, que teve o tripulante mirim Fernando, de oito anos, dando as orientações. E o garoto entende, já que é aluno da Escola de Vela do Iate Clube de Santa Catarina Veleiros da Ilha, organizador do Arrancadão junto com a Flotilha Catarinense de Veleiros de Oceano (FCVO).

Por Jeni Andrade
Assessora de imprensa do ICSC
Em Florianópolis (SC) para www.nautica.com.br