Viajar de veleiro



A maravilha de se viajar de veleiro é que basta que se decida ir para algum lugar, tudo que se tem que fazer é levantar a âncora,içar velas e ir embora.Essa sensação de liberdade é fabulosa,é quase como ter asas e voar livremente,basta bate-las.

Helio Setti Jr.

Tem que ir, ver e sentir!


"...Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu, para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor, e o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o seu próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver..."


Amir Klink


domingo, 31 de julho de 2011

Capitão de navio russo que não socorreu o “Bulgária” se defende

O capitão de um navio russo que enfrenta acusações criminais por ter omitido socorro ao navio “Bulgária” disse que razões técnicas, combinadas com o mau tempo, o impediram de aproximar-se a tempo da embarcação que afundava. O “Bulgária” soçobrou durante uma tempestade no rio Volga, na República do Tataristão, em 10 de julho, matando 122 pessoas. Socorridas pelo navio “Arabella”, 79 náufragos foram resgatados com vida.
Dois cargueiros, o “Dunaisky 66” e o “Arbat” teriam passado pelo “Bulgária” sem lhe prestar assistência. Seus capitães, Alexander Yegorov e Yury Tuchin, respectivamente, correm o risco de pegar até dois anos de prisão se forem julgados culpados de deliberadamente ignorarem um navio em dificuldades.
Numa carta ao jornal “Komsomolskaya Pravda”, Yegorov diz que sua tripulação preparava um bote para socorrer o “Bulgária” quando viu o “Arabella” se aproximar. Os capitães dos dois navios concordaram que o “Arabella” salvaria os passageiros, depois do que o “Dunaisky 66” seguiu caminho. Em sua mensagem ao jornal, o Comandante Yegorov afirma que ficaria triste se o público realmente acreditasse que ele poderia conscientemente abandonar pessoas em perigo. “Se não houvesse por perto um socorro eficiente como o ‘Arabella’, eu teria feito tudo ao meu alcance para ajudar aquelas pessoas em perigo.”
O capitão do “Arabella” tinha dito anteriormente que o “Dunaisky 66” teria levado pelo menos uma hora para chegar em socorro do “Bulgária”, enquanto seu próprio navio precisou apenas de 15 minutos para estar junto ao navio que naufragava.
Fonte: Diário da Rússia,postado no Popa